“Saber que ela [a morte] existe, e sobretudo meditar sobre ela, ensina-nos a escolher o que realmente queremos fazer com a nossa vida”. Esta reflexão do Papa Leão XIV nos tira da zona de conforto.
Na prática, vivemos como se não fôssemos morrer. Quando o assunto surge, nós o evitamos a todo custo. Mesmo como pessoas de fé, que creem na ressurreição, ainda sentimos medo dessa passagem ou, como muitos diriam, medo da forma como ela virá.
Contudo, o Papa nos traz um alerta essencial: mais do que temer a morte, devemos nos preocupar com a vida.
O que você tem feito desse dom tão precioso que é a sua existência? Como tem gastado o seu tempo? Como tem cuidado daqueles que cruzam a sua história? Precisamos estar atentos para não relativizar o que é absoluto e absolutizar o que é relativo.
No nosso juízo particular, esse encontro face a face com Jesus que acontece logo após a nossa morte, acredito que Ele não apresentará uma lista de quantas Missas participamos ou de quantos Rosários rezamos. Ele nos pedirá contas do que fizemos com a vida que nos deu e de como amamos as pessoas que nos foram confiadas.
O amanhã pode não existir. O dia de viver e de amar é hoje!
Diácono Bruno
Colaborador ACN
Eco do Amor
última edição
Artigos de interesse
Igreja pelo mundo





