Jordânia

LIBERDADE RELIGIOSA NO MUNDO RELATÓRIO 2021

POPULAÇÃO

10.208.662

ÁREA

89.318 km2

PIB PER CAPITA

8.337 US$

ÍNDICE GINI

33.7

POPULAÇÃO

10.208.662

ÁREA

89.318 km2

PIB PER CAPITA

8.337 US$

ÍNDICE GINI

33.7

RELIGIÕES

versão para impressão

DISPOSIÇÕES LEGAIS EM RELAÇÃO À LIBERDADE RELIGIOSA E APLICAÇÃO EFETIVA

Desde que foi estabelecido, o Reino da Jordânia tem sido governado por membros da dinastia Hachemita de Meca. Os governantes jordanianos alegam ser descendentes diretos do Profeta Maomé. A partir de 1948, a Jordânia (então chamada Transjordânia) controlou Jerusalém Ocidental e a Cisjordânia durante a primeira Guerra Árabe-Israelense, até Israel ter conquistado os territórios na Guerra dos Seis Dias em 1967. Como consequência de ambos os conflitos, a Jordânia aceitou centenas de milhares de refugiados palestinianos, que constituem agora a maioria da população jordaniana. Apenas uma minoria de jordanianos pertence a grupos beduínos tradicionais que viveram durante séculos na região. Em 1994, a Jordânia fez um tratado de paz com Israel, que confirma os direitos do rei jordaniano como Custódio dos Lugares Santos em Jerusalém Oriental.

As relações entre muçulmanos sunitas e cristãos na Jordânia são habitualmente pacíficas. A comunidade cristã elogia a família real por promover um espírito de tolerância. A Igreja Católica está presente com paróquias e instituições como por exemplo a Cáritas da Jordânia. Há trabalhadores migrantes cristãos e hindus, sobretudo da Ásia, que vivem e trabalham temporariamente no país.

De acordo com o artigo 2.º da Constituição1 de 1952, “o Islamismo é a religião do Estado”. O artigo 6.º afirma que “os jordanianos são iguais perante a lei, sem discriminação entre eles em termos de direitos e deveres mesmo que haja diferenças de raça, língua ou religião”. O artigo 14.º obriga o Estado a “salvaguardar o exercício livre dos ritos das religiões e credos de acordo com os costumes observados no Reino, se tal não for incompatível com a ordem e a moral públicas”. O artigo 28.º, alínea e), diz: “É uma condição de quem ascende ao Trono ser muçulmano, […] e filho de pais muçulmanos.”

O artigo 99.º estabelece tribunais civis, religiosos e especiais. O artigo 104.º divide os tribunais religiosos em tribunais da sharia e tribunais de outras comunidades religiosas. Todas as questões do foro pessoal dos muçulmanos são regulamentadas pela lei da sharia. Os cristãos estão sujeitos aos respectivos tribunais eclesiais. O casamento civil não existe. Uma mulher muçulmana não pode casar-se com um homem cristão. Se uma mulher cristã se converter ao Islamismo, o seu marido cristão também tem de se converter, caso queiram continuar casados. Senão, ficam automaticamente divorciados.

A Constituição e outras leis relevantes não proíbem explicitamente os muçulmanos de se converterem a outra religião e não há penas no Código Civil para quem o faça. Contudo, ao dar primazia à sharia, que proíbe os muçulmanos de se converterem a outra religião, o Governo efetivamente proíbe a conversão do Islamismo e o proselitismo de muçulmanos por parte de outra religião. De acordo com a lei islâmica, há consequências para os muçulmanos que adotem outra religião que não o Islã. Por exemplo, se alguém for condenado por apostasia, os tribunais islâmicos que adjudicam as questões do foro pessoal têm poderes para anular o casamento da pessoa e recusar-lhe o direito a herdar do cônjuge e de familiares muçulmanos.2

A Jordânia criminaliza explicitamente a blasfêmia. O artigo 273.º do Código Penal de 1960 afirma que qualquer pessoa que insulte o Profeta Maomé fica sujeita a uma pena de prisão de um a três anos.3

Os cristãos têm uma quota de nove lugares no Parlamento e têm acesso aos níveis de topo do Governo e do exército. A proporção de cristãos no país tem vindo a diminuir há meio século, com várias estimativas que indicam que hoje em dia o número anda pelos 1,3% da população, quando chegou a ser 20% em 1930.4

A Lei dos Conselhos de Denominações Cristãs de 2014 reconhece oficialmente 11 denominações cristãs:5 Igreja Ortodoxa Grega, a Igreja Católica de Roma, a Igreja Greco-Católica (Melquita), a Igreja Ortodoxa Armênia, a Igreja Católica Maronita, a Igreja Assíria, a Igreja Copta, a Igreja Anglicana, a Igreja Luterana, a Igreja Adventista do Sétimo Dia e as Igrejas Pentecostais Unidas. Algumas Igrejas cristãs, como por exemplo a Igreja Evangélica Livre, a Igreja do Nazareno, as Assembleias de Deus, a Aliança Cristã e Missionária e a Igreja Batista, foram reconhecidas em 2018 como “associações”. As Testemunhas de Jeová são uma das denominações ainda não reconhecidas, mas estes grupos têm sido capazes de praticar a sua fé, dirigir escolas e operar instalações de saúde sem impedimentos.6 Os cristãos caldeus e siríacos entre os refugiados iraquianos são mencionados pelo Governo como “convidados”.

INCIDENTES E EVOLUÇÃO

Em agosto de 2018, o exército jordaniano designou oficiais militares cristãos para locais cristãos na Palestina e em Jerusalém, num movimento simbólico que reflete o objetivo do Reino de promover o pluralismo e a igualdade entre os seus cidadãos.7

Em dezembro de 2018, as autoridades jordanianas prenderam o eminente jornalista e editor Mohammed Al Wakeel, que opera o site de notícias Al Wakeel, por acusações de blasfêmia e irreverência por publicar uma imagem de Jesus. A detenção seguiu-se a protestos liderados pelas escolas do Patriarcado Latino de Jerusalém na Jordânia.8,9

Em março de 2019, o Rei Abdullah recebeu o Prêmio Lâmpada da Paz da Ordem Franciscana em Assis. No seu discurso de aceitação, o soberano salientou: “Os princípios de coexistência e harmonia inter-religiosa estão profundamente enraizados no patrimônio da Jordânia”. E acrescentou: “O nosso país acolhe uma comunidade cristã histórica. Todos os nossos cidadãos participam ativamente na construção da nossa nação forte. De fato, os cristãos fazem parte das sociedades do Oriente Médio há milhares de anos e são vitais para o futuro da nossa região”.10

Numa reunião com líderes da Igreja do Oriente Médio em Amã, em abril de 2019, o Rei Abdullah afirmou uma vez mais que os cristãos são “parte integrante do tecido do mundo árabe”. Sublinhou também o papel que a monarquia hachemita desempenha na proteção dos lugares santos cristãos e muçulmanos em Jerusalém.11

Em maio de 2019, o Rei Abdullah II fez uma doação pessoal para o restauro da Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém.12

Em junho de 2019, milhares de muçulmanos radicais saíram às ruas para protestar contra o plano de paz da administração Trump para resolver o conflito Israel-Palestina. O evento foi organizado pela Frente Islâmica, o ramo local da Irmandade Muçulmana na Jordânia.13

De acordo com uma sondagem do Barômetro Árabe, apenas 22% dos jovens jordanianos se identificam como pessoas religiosas. Isto representa um declínio de 7% em comparação com a sondagem anterior.14

Em agosto de 2019, o Ministério dos Negócios Estrangeiros jordaniano criticou Israel por permitir que os judeus visitassem o Monte do Templo/Haram esh-Sharif no primeiro dia do Eid al-Adha, descrevendo a decisão como uma das muitas “violações israelitas contundentes no Monte do Templo, uma vez que os palestinianos marcam o primeiro dia do Eid al-Adha”, relatou o Haaretz. O jornal citou um porta-voz jordaniano dizendo que “a Jordânia rejeita firmemente a conduta de Israel, que apenas inflama raiva e frustração, e é uma provocação de fiéis [muçulmanos] no primeiro dia da Festa do Sacrifício”. A Jordânia considera-se o protetor dos lugares sagrados muçulmanos de Jerusalém.15

O Túmulo do Profeta Aarão perto de Petra foi fechado em agosto de 2019 depois de um vídeo se ter tornado viral que mostrava os visitantes judeus de Israel a rezar no local, que é sagrado tanto para os muçulmanos como para os judeus. O Ministro Waqf jordaniano Abdul Nasser Musa Abu al-Basa, responsável pelos Lugares Sagrados, declarou que “a realização de rituais sem o conhecimento do Ministério” foi a razão para o fechamento. Os visitantes judeus negaram ter rezado ilegalmente. Logo após o fechamento, o Ministério reabriu o local a visitas, exceto para israelitas.16 Após conversações entre o presidente israelita Reuven Rivlin e o príncipe jordaniano Ghazi, conselheiro do rei para assuntos religiosos e culturais, as duas partes chegaram a um acordo que permite aos israelitas visitar o local após coordenação prévia e com guias e segurança no local.17

O Rei Abdullah II doou um veículo a um orfanato em Anjara (Norte da Jordânia) dirigido pela Ordem Católica do Verbo Encarnado.18

Em setembro de 2019, o professor de física jordaniano Hisham Ghassib chamou ao Judaísmo uma religião “desprezível”, numa palestra transmitida pela Sociedade Filosófica Jordaniana na TV Internet Feeneeq.19

Em outubro de 2019, durante uma visita ao Haram esh-Sharif em Jerusalém, o Cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, agradeceu à família real da Jordânia por ter organizado um encontro com os representantes do grande mufti e do waqf em Jerusalém.20

No dia 5 de outubro de 2019, o Vice-Primeiro-Ministro jordaniano Marwan Moasher participou na celebração dos 150 anos das escolas católicas na Jordânia, no Centro Nossa Senhora da Paz, perto de Amã.21

Em julho de 2020, o Tribunal de Cassação da Jordânia ordenou a dissolução do ramo jordaniano da Irmandade Muçulmana, por esta não ter resolvido a questão do seu estatuto legal no Reino.22 Em setembro de 2020, a Frente de Ação Islâmica, a ala política da Irmandade Muçulmana, anulou a sua decisão de boicotar as eleições parlamentares de novembro de 2020.23

Em 7 de outubro de 2020, o Rei Abdullah concedeu honras aos acadêmicos islâmicos pela promoção da paz e compreensão inter-religiosa durante a 18.ª Conferência Geral do Instituto Real Aal al-Bayt para o Pensamento Islâmico.24

Em um comentário à encíclica do Papa Francisco “Fratelli Tutti” publicada no jornal Al Arab, o Príncipe jordaniano Hassan bin Talal salientou que o documento também se aplica ao Oriente Médio. No documento, o Papa apela a todos para reconhecerem que “Deus criou todos os seres humanos e os fez iguais em termos de direitos, deveres e dignidade humana”, disse o Príncipe, acrescentando: “O laço de fraternidade que une todas as pessoas é o verdadeiro antídoto para todas as formas de agressão e [para] qualquer desejo de oprimir aqueles que pertencem a outros grupos sociais ou religiosos”.25

Os responsáveis do Conselho das Igrejas na Jordânia emitiram uma declaração em outubro de 2020 em reação ao assassinato por um jihadista do professor francês Samuel Paty, que tinha mostrado caricaturas do Profeta Maomé aos seus alunos, a fim de explicar o conceito de liberdade de expressão. O Presidente francês Macron defendeu mais tarde a ação do professor. A declaração do Conselho diz o seguinte: “Nós, responsáveis das Igrejas na Jordânia (…) seguimos de perto os lamentáveis acontecimentos que ocorreram em França devido ao manchar dos símbolos religiosos islâmicos e às sucessivas reações que levaram ao assassinato do professor francês, e as reações subsequentes. Por conseguinte, condenamos todas as tentativas de denegrir as religiões, bem como todos os atos de violência na nossa qualidade de irmãos que prestam culto”.26 O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou ter condenado a “publicação contínua de caricaturas do Profeta Maomé sob o pretexto da liberdade de expressão” e quaisquer “tentativas discriminatórias e enganadoras que procurem ligar o Islã ao terrorismo”. O partido de oposição Frente de Ação Islâmica da Jordânia apelou a que o presidente francês pedisse desculpa pelos seus comentários e exortou os jordanianos a boicotar os bens franceses.27 As lojas jordanianas lançaram uma campanha online com o objetivo de boicotar produtos franceses em resposta às caricaturas de Maomé que o presidente francês defendeu. Alguns meios de comunicação social relataram “que as grandes lojas tiraram leite, queijo e outros produtos franceses das suas prateleiras”.28

Antes das eleições legislativas de novembro de 2020, o Bispo Católico Romano e Vigário do Patriarcado Latino para a Jordânia, William Shomali, emitiu uma declaração a dizer que “adorar o Deus único e cumprir os nossos deveres religiosos anda de mãos dadas com o cumprimento do nosso dever nacional. Um dos princípios básicos da boa cidadania é votar nas urnas”. E terminou a sua declaração apelando a Deus para “proteger a família hachemita sob a liderança de Sua Majestade o Rei Abdullah II Ben Al Hussein, proteger o Governo jordaniano e proteger as agências de segurança que zelam pela nossa segurança e conforto”.29 Nove dos 130 lugares na Câmara de Deputados da Jordânia estão reservados para os cristãos.

Em novembro de 2020, o Ministério dos Negócios Estrangeiros jordaniano denunciou as violações israelitas da santidade da Mesquita Al-Aqsa em Jerusalém, a mais recente das quais permitia aos colonos israelitas mais tempo para estarem nas instalações do local sagrado, informou a agência noticiosa palestiniana WAFA. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Daifallah al-Fayez, afirmou numa declaração, citada pela nova agência, que permitir a entrada de visitantes judeus israelitas no recinto sagrado era um “desrespeito flagrante pelo status quo histórico e legal, o que dá à Jordânia o direito exclusivo de dirigir os assuntos do recinto e organizar orações muçulmanas no local”.30

PERSPECTIVAS PARA A LIBERDADE RELIGIOSA

Embora não seja um Estado secular que concede plena liberdade de consciência religiosa a todos os seus cidadãos, a Jordânia continua sendo um país onde os membros das Igrejas registradas gozam de plena liberdade de culto. Os cristãos também têm acesso aos escalões superiores do Governo. No entanto, o reino é um país muçulmano conservador. Existem limites sociais e legais claros para os ateus, agnósticos e convertidos do Islamismo, assim como obstáculos à evangelização. De forma pontual, existem problemas com o Islã radical.

A monarquia hachemita permanece um pilar do diálogo inter-religioso e promove ativamente a coexistência pacífica na Jordânia e não só. Acima de tudo, o próprio Rei Abdullah enfatiza constantemente o papel dos cristãos árabes nas sociedades do Oriente Médio. Como sinal de tolerância e hospitalidade, o reino abriu as suas fronteiras aos refugiados cristãos do Iraque e da Síria. Globalmente, pouco mudou durante o período em análise e as perspectivas para a liberdade religiosa continuam a ser positivas.

NOTAS

1 Jordan 1952 (Rev. 2016), Constitute Project, https://www.constituteproject.org/constitution/Jordan_2016?lang=en (acesso em 11 de novembro de 2020).
2 “Jordan”, Biblioteca do Congresso, Direito, https://www.loc.gov/law/help/apostasy/#_ftnref40 (acesso em 11 de novembro de 2020).
3 The Penal Code for the Year 1960, Anti-Human Trafficking National Committee (AHTNC), http://www.ahtnc.org.jo/sites/default/files/penal_code.pdf (acesso em 21 de fevereiro de 2021).
4 Justin Vela, “Jordan: The safe haven for Christians fleeing ISIL”, The National, 14 de fevereiro de 2015, https://www.thenationalnews.com/world/jordan-the-safe-haven-for-christians-fleeing-isil-1.36000 (acesso em 21 de fevereiro de 2021).
5 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Jordan”, 2019 Report on International Religious Freedom, Departamento de Estado Norte-Americano, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/jordan/ (acesso em 21 de fevereiro de 2021).
6 Ibid.
7 Daoud Kuttab, “Jordanian military supports pilgrimage to Christian holy places”, 28 de agosto de 2018, https://www.al-monitor.com/pulse/originals/2018/08/jordan-military-christian-pilgrimage-palestine.html (acesso em 16 de outubro de 2020).
8 “Al Wakeel News bosses jailed over blasphemous cartoon of Jesus”, AsiaNews, 11 de dezembro de 2018, http://www.asianews.it/news-en/Al-Wakeel-News-bosses-jailed-over-blasphemous-cartoon-of-Jesus-45706.html (acesso em 10 de outubro de 2020).
9 “Website shows irreverent images of Jesus. Latin Patriarchate Schools protest”, Agenzia Fides, 10 de dezembro de 2018, http://www.fides.org/en/news/65235-ASIA_JORDAN_Website_shows_irreverent_images_of_Jesus_Latin_Patriarchate_Schools_protest (acesso em 10 de outubro de 2020).
10 “King Abdullah II of Jordan receives the Lamp of Peace Award in Assisi”, OFM, https://ofm.org/blog/king-abdullah-ii-of-jordan-receives-the-lamp-of-peace-award-in-assisi/ (acesso em 10 de outubro de 2020).
11 “King Abdallah II: Christians are an “integral part of the tissue of the Arab world”, Agenzia Fides, 10 de abril de 2019, http://www.fides.org/en/news/65873-ASIA_JORDAN_King_Abdallah_II_Christians_are_an_integral_part_of_the_tissue_of_the_Arab_world (acesso em 10 de outubro de 2020).
12 “King Abdallah II makes donation to Church of the Holy Sepulchre restoration”, Agenzia Fides, 7 de maio de 2019, http://www.fides.org/en/news/65984-ASIA_JORDAN_King_Abdallah_II_makes_donation_to_Church_of_the_Holy_Sepulchre_restoration (acesso em 10 de outubro de 2020).
13 “Amman, Islamic extremists take to streets against Trump’s “peace plan” for the Middle East”, AsiaNews, 22 de junho de 2019, http://www.asianews.it/news-en/-Amman,-Islamic-extremists-take-to-streets-against-Trump’s-peace-plan-for-the-Middle-East-47352.html (acesso em 10 de outubro de 2020).
14 “Youth in Middle East and North Africa”, Arab Barometer, de agosto de 2019, https://www.arabbarometer.org/wp-content/uploads/ABV_Youth_Report_Public-Opinion_Middle-East-North-Africa_2019-1.pdf (acesso em 11 de novembro de 2020).
15 Jack Khoury, Nir Hasson, Noa Landau, Josh Breiner, Yotam Berger, “Temple Mount Clashes: Jordan Condemns ‘Blunt’ Israeli Violations as Jews Allowed in Holy Site”, Haaretz, 11 de agosto de 2019, https://www.haaretz.com/israel-news/.premium-clashes-erupt-in-temple-mount-between-israeli-forces-and-muslim-worshipers-1.7657709 (acesso em 10 de outubro de 2020).
16 “Jordan to reopen Aaron’s Tomb after closure over alleged Jewish praying there”, The Times of Israel, 9 de agosto de 2019, https://www.timesofisrael.com/jordan-to-reopen-aarons-tomb-after-closure-over-alleged-jewish-praying-there/ (acesso em 10 de outubro de 2020).
17 “Aaron’s tomb in Jordan to reopen to Israelis; ‘religious’ ceremony led to ban”, Times of Israel, 1 de dezembro de 2019, https://www.timesofisrael.com/aarons-tomb-to-reopen-to-israelis-after-religious-ceremony-led-to-ban/ (acesso em 10 de outubro de 2020).
18 “King Abdallah II donates a minibus to the home for orphans in Anjara, promoted by the religious family of the Incarnate Word”, Agenzia Fides, 20 de setembro de 2019, http://www.fides.org/en/news/66658-ASIA_JORDAN_King_Abdallah_II_donates_a_minibus_to_the_home_for_orphans_in_Anjara_promoted_by_the_religious_family_of_the_Incarnate_Word (acesso em 10 de outubro de 2020).
19 “Jordanian Physics Professor Hisham Ghassib: Judaism Is A Despicable Religion That Should Not Be Respected; I Would Fight Alongside Hizbullah Against Israel, America, ‘Petro-Reactionaries’”, Memri, 27 de setembro de 2019, https://www.memri.org/reports/jordanian-physics-professor-hisham-ghassib-judaism-despicable-religion-should-not-be (acesso em 10 de outubro de 2020).
20 Giovanni Malaspina, “The celebrations of the 8th centenary of the pilgrimage of peace by St Francis in the Holy Land are over”, Custodia, 3 de outubro de 2019, https://www.custodia.org/en/news/celebrations-8th-centenary-pilgrimage-peace-st-francis-holy-land-are-over (acesso em 16 de outubro de 2020).
21 “150 years of ‘mission’ of Catholic schools in Jordan”, Agenzia Fides, 8 de outubro de 2019, http://www.fides.org/en/news/66752-ASIA_JORDAN_150_years_of_mission_of_Catholic_schools_in_Jordan (acesso em 10 de outubro de 2020).
22 “Jordan top court dissolves country’s Muslim Brotherhood”, France24, 16 de julho de 2020, https://www.france24.com/en/20200716-jordan-top-court-dissolves-country-s-muslim-brotherhood (acesso em 15 de outubro de 2020).
23 Osama Al Sharif, “Islamists gear up for elections in Jordan amid widespread voter apathy”, Al-Monitor, 1 de outubro de 2020, https://www.al-monitor.com/pulse/originals/2020/09/jordan-elections-islamists-november.html (acesso em 15 de outubro de 2020).
24 “King honours Islamic scholars participating in Royal Aal al-Bayt Institute’s conference”, The Jordan Times, 10 de outubro de 2019, https://www.jordantimes.com/news/local/king-honours-islamic-scholars-participating-royal-aal-al-bayt-institutes-conference (acesso em 10 de outubro de 2020).
25 “Prince Hassan Bin Talal: the encyclical ‘Fratelli tutti’ also applies to the Middle East”, Agenzia Fides, 13 de outubro de 2020 http://www.fides.org/en/news/68820 (acesso em 18 de outubro de 2020).
26 “Jordan: Heads of the Council of Churches condemn tarnishing religions”, Abouna, 27 de outubro de 2020, http://en.abouna.org/content/jordan-heads-council-churches-condemn-tarnishing-religions (acesso em 1 de novembro de 2020).
27 “Outrage over French President’s Anti-Islam Comments Led to Protests, Boycotts”, Tasnim News Agency, 25 de outubro de 2020, https://www.tasnimnews.com/en/news/2020/10/25/2376303/outrage-over-french-president-s-anti-islam-comments-led-to-protests-boycotts (acesso em 15 de novembro de 2020).
28 Mohammed Ersan, “Jordan boycotts French products over Macron’s statements on offensive cartoons of Muhammad”, Al-Monitor, 30 de outubro de 2020, https://www.al-monitor.com/pulse/originals/2020/10/jordan-boycott-france-macron-prophet-caricature-offensive.html (acesso em 15 de novembro de 2020).
29 “Bishop Shomali issues statement on upcoming parliamentary elections”, Abouna, 7 de novembro de 2020, http://en.abouna.org/content/bishop-shomali-issues-statement-upcoming-parliamentary-elections (acesso em 10 de novembro de 2020).
30 “Jordan denounces Israeli violations of the sanctity of Al-Aqsa Mosque”, WAFA, 14 de novembro de 2020, https://english.wafa.ps/Pages/Details/120971 (acesso em 15 de novembro de 2020).

LISTA DE
PAÍSES

Clique em qualquer país do mapa
para ver seu relatório ou utilize o menu acima.

Religious Freedom Report [MAP] ( 2021 ) Placeholder
Religious Freedom Report [MAP] ( 2021 )
Perseguição religiosa Discriminação religiosa Sem registros
Perseguição religiosa
Discriminação religiosa
Sem registros

Calem-se as armas!

Quanto rezamos ao longo destes anos pela paz no Iraque! (…) E Deus escuta; escuta sempre! Cabe a nós ouvi-Lo, andar nos seus caminhos. Calem-se as armas! Limite-se a sua difusão, aqui e em toda a parte! (…) Chega de violências, extremismos, facções, intolerâncias!

Papa Francisco

Palácio Presidencial em Bagdá. Sexta-feira, 5 de março de 2021. Discurso do Santo Padre às autoridades, à sociedade civil e ao corpo diplomático do Iraque.

SOBRE A ACN

ACN (Ajuda à Igreja que Sofre no Brasil) é uma organização católica fundada em 1947 pelo Padre Werenfried van Straaten para ajudar os refugiados de guerra. Desde 2011 reconhecida como fundação pontifícia, a ACN dedica-se a ajudar os cristãos no mundo inteiro – através da informação, oração e ação – especialmente onde estes são perseguidos ou sofrem necessidades materiais. A ACN auxilia todos os anos uma média de 5.000 projetos em 130 países graças às doações de benfeitores, dado que a fundação não recebe financiamento público.

Conheça a ACN