Bielorrússia

LIBERDADE RELIGIOSA NO MUNDO RELATÓRIO 2021

POPULAÇÃO

9.415.431

ÁREA

207.600 km2

PIB PER CAPITA

17.168 US$

ÍNDICE GINI

25.2

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9.415.431

ÁREA

207.600 km2

PIB PER CAPITA

17.168 US$

ÍNDICE GINI

25.2

RELIGIÕES

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DISPOSIÇÕES LEGAIS EM RELAÇÃO À LIBERDADE RELIGIOSA E APLICAÇÃO EFETIVA

A liberdade religiosa é garantida pelo artigo 31.º da Constituição1 e permite que os indivíduos professem quaisquer crenças religiosas e participem em atos de culto, desde que não estejam proibidos por lei. O artigo 16.º da Constituição declara a igualdade de todas as religiões e confissões religiosas perante a lei. E proíbe atividades religiosas que ameacem a moral ou que vão contra o Estado, o seu sistema político ou as liberdades civis dos cidadãos. O mesmo artigo afirma ainda que a relação entre o Estado e as organizações religiosas específicas “é regulamentada por lei em termos da sua influência na formação das tradições espirituais, culturais e estatais do povo bielorrusso”.

A Lei da Liberdade de Consciência e das Organizações Religiosas de 19922 define mais especificamente o quadro legal das religiões na Bielorrússia. O artigo 6.º estabelece a igualdade de todas as religiões perante a lei. Desde que uma organização religiosa não participe nas atividades dos “partidos políticos e de outras associações públicas com fins políticos”, ela está autorizada a participar na vida pública e a usar os meios de comunicação social estatais. Os artigos 14.º e 15.º estabelecem a diferença entre “comunidades religiosas”, que são organizações com, pelo menos, 20 membros adultos a viverem num ou mais povoados próximos uns dos outros, e “associações religiosas”, que incluem pelo menos 10 comunidades religiosas, das quais pelo menos uma tem estado ativa na Bielorrússia há mais de 20 anos. As comunidades religiosas têm direito a estabelecer mosteiros, ordens religiosas masculinas e femininas, missões religiosas e estabelecimentos de ensino. As atividades religiosas das comunidades e das associações religiosas estão limitadas ao território em que um dado grupo atua. O artigo 25.º limita adicionalmente essas atividades a propriedades que pertençam a essas organizações ou aos seus membros. No caso de casas privadas, há várias normas de segurança que uma organização religiosa tem de seguir. Os eventos religiosos em grande escala podem ser realizados em público, mas precisam de aprovação para tal por parte das autoridades locais.

Os artigos 16.º a 19.º regulamentam o processo de registro das organizações religiosas. O registro é necessário para uma organização ser reconhecida como entidade legal. Para o registro é necessário disponibilizar informação vária, incluindo detalhes sobre as suas crenças e os seus fundadores, entre outros requisitos. Tal como especificado no artigo 21.º, um pedido de registro pode ser recusado se as autoridades considerarem que a informação não é satisfatória ou que as doutrinas professadas não cumprem a lei.3

De acordo com o artigo 13.º, apenas os cidadãos bielorrussos podem estar à frente de organizações religiosas.4

O artigo 29.º limita a um ano o período em que um missionário estrangeiro sem cidadania bielorrussa pode estar envolvido em atividades missionárias religiosas, mas este período pode ser renovado ou reduzido pelas autoridades.

A República da Bielorrússia e a Igreja Ortodoxa Bielorrussa assinaram um acordo que estabelece uma relação especial entre os dois. Embora não seja explicitamente dirigido contra outras religiões, o artigo 2.º da Concordata fala em “contra estruturas pseudo-religiosas que representam um perigo para a personalidade e a sociedade”.5

Em julho de 2016, a Lei da República da Bielorrússia sobre o Serviço Alternativo entrou em vigor. Esta lei permite que os que se opõem a participar em atividades militares por motivos religiosos participem em atividades humanitárias como alternativa. Este desenvolvimento foi bem-vindo pelas testemunhas de Jeová, entre outros.6

Em julho de 2018, as penas por atividades religiosas não registradas, incluindo encontros de culto, terminaram, mas foram substituídas por multas sumárias de até cinco semanas de salário médio.7

INCIDENTES E EVOLUÇÃO

Em julho de 2019, na capital bielorrussa, Minsk, a Igreja Pentecostal “Seja Feita a Vossa Vontade” permaneceu incapaz de se reunir para o culto por receio de punição, uma vez que os funcionários estatais encontraram diferentes razões para rejeitar o seu quarto pedido de registro desde 2017. Uma das razões de rejeição foi o fato de esta ser uma religião “desconhecida na Bielorrússia”. Um funcionário distrital disse às autoridades da cidade que não eram necessárias novas comunidades religiosas, porque a população não as pedia.8

Em outubro de 2018, a polícia impediu que um homem e uma mulher batistas cantassem e oferecessem literatura cristã no exterior do mercado de Lepel. “Fomos detidos como criminosos e levados para a esquadra da polícia”, declarou Andrei Fokin. Um tribunal multou-os em um salário médio de um mês cada um. Os oficiais de justiça estão a tentar confiscar os seus bens e proibir Andrei de conduzir.9

Durante o ano 2019, as autoridades continuaram a recusar o registro a várias comunidades religiosas protestantes, incluindo uma que pertence à União de Igrejas Cristãs Evangélicas Plenas em Maladzechna.10

As autoridades da cidade de Minsk não autorizaram a União dos Batistas Cristãos Evangélicos a realizar o seu Festival Internacional da Esperança na cidade, agendado para 3-5 de maio de 2019.11

Ao longo do período em análise, apesar das petições dos bispos locais, houve vários casos de sacerdotes católicos da Polônia cujos vistos de um ano não foram renovados. Foram utilizados vários pretextos, incluindo um em que um visto foi recusado devido a várias infrações de trânsito. Num outro caso, os católicos locais protestaram junto das autoridades e inverteram a decisão.12 Os líderes católicos afirmaram que, de fato, o Estado está a seguir uma política deliberada de redução do número de sacerdotes católicos estrangeiros ao serviço na Bielorrússia.13 As atividades de um sacerdote católico russo também foram reduzidas. Foi-lhe permitido permanecer em Vitsebsk para continuar a construir uma nova igreja, mas foi proibido de celebrar missas.14

Os administradores prisionais, em 2018, continuaram a recusar repetidamente o acesso de sacerdotes católicos, pastores protestantes e imãs aos reclusos na prisão.15

Em julho de 2019, um decreto do conselho de ministros declarou que os eventos públicos implicavam taxas para cobrir os custos dos serviços públicos, incluindo a polícia, os trabalhadores da saúde e os serviços de limpeza. O Ministério do Interior disse mais tarde que estas taxas não se aplicariam a eventos em locais designados, tais como igrejas e cemitérios. No entanto, os organizadores greco-católicos tiveram de cancelar o que teria sido a sua 25.ª peregrinação anual devido a taxas de polícia “inacessíveis”.16 A polícia queria cobrar à comunidade greco-católica 3.825 rublos (1.800 dólares) para realizar a peregrinação anual.17

Em agosto de 2019, as autoridades da cidade de Minsk retiraram a sua aprovação original (de 2016) para um terreno destinado à construção de uma igreja católica, depois de os residentes protestarem contra o número de árvores propostas para remoção. As autoridades municipais atribuíram outra parcela de terreno à comunidade católica.18 Entretanto, uma outra licença de construção concedida em 2015 para a construção da Academia Teológica João Paulo II de Minsk estava ainda “pendente” na época em que escrevemos o presente relatório.19

Na Primavera de 2018, dois sacerdotes ortodoxos da Rússia, convidados pelo Arcebispo Dimitry (Drozdov) de Vitebsk para servirem como párocos na sua diocese, viram recusada a sua entrada no país. Oficiosamente, a diocese foi informada que o Governo queria que a população local fosse formada para servir como clero.20 Em novembro de 2018, as autoridades detiveram durante 24 horas o Padre Vikentsy, um sacerdote da Igreja Ortodoxa Autocéfala Bielorrussa, que não está oficialmente registrada, por pregar e procurar doações num bloco de apartamentos em Minsk. Em 30 de novembro, um tribunal distrital de Minsk declarou o P. Vikentsy inocente e arquivou o processo.21

No dia 26 de maio de 2019, as autoridades de Homyel informaram ter identificado o indivíduo que pintou em dezembro de 2014 uma suástica e os slogans “matem os judeus” e “Holocausto” num edifício de uma comunidade judaica local. O indivíduo, que admitiu a sua culpa, pertencia a um grupo neonazista.

Em 9 de outubro de 2019, trabalhadores da construção civil causaram danos no local de um antigo cemitério judeu num parque central de Minsk. As comunidades judaicas continuaram a solicitar ao Governo que protegesse o local de qualquer trabalho de escavação ou construção. O Ministério Público da cidade disse que o trabalho planejado, manutenção do sistema de esgotos, não violou nenhuma regulamentação.22

De acordo com as suas próprias fontes, as testemunhas de Jeová são continuamente dispensadas dos procedimentos de registro, apesar de estarem oficialmente autorizadas a existir na Bielorrússia, o que obriga este grupo a realizar atividades com um risco considerável. Em algumas comunidades, onde estão presentes há décadas, é-lhes recusado o direito de se reunirem em casas particulares23 e enfrentam multas ou detenção por distribuição de literatura em locais públicos.24 As testemunhas de Jeová em Borisov, na região de Minsk, tiveram 16 pedidos de registro rejeitados em 20 anos. As testemunhas de Jeová alegam que cada vez que um novo funcionário toma posse localmente, a comunidade tem de encontrar uma forma de continuar a exercer o seu direito à liberdade religiosa.25

O Governo continuou a exigir que os estudantes utilizassem livros escolares que, segundo representantes de grupos religiosos não tradicionais, promoviam a intolerância para com eles, citando capítulos nos livros que rotulavam estes grupos como “seitas”. Os livros escolares descrevem os grupos religiosos não tradicionais como estando “a lutar pela exclusividade do seu papel, doutrina e princípios”, sendo isolacionistas e afirmando serem escolhidos por Deus, entre outras coisas.26

O ano de 2020 foi um período turbulento e dramático na Bielorrússia. As eleições presidenciais realizaram-se em 9 de agosto e, de acordo com os seus resultados, Alexander Lukashenko recebeu 80% dos votos para um sexto mandato presidencial, em comparação com apenas 10% para a candidata da oposição, Sviatlana Tsikhanouskaya.

O resultado oficial foi amplamente contestado e suscitou protestos em todo o país. As comunidades religiosas desempenharam um papel importante em todos os protestos da oposição. A Igreja Católica bielorrussa expressou o seu apoio aos manifestantes e no período que se seguiu à eleição o Arcebispo católico de Minsk e Mohilev, Tadeusz Kondrusiewicz, exortou as autoridades bielorrussas a pôr fim à violência, dizendo que o derramamento de sangue nas ruas das cidades bielorrussas era um “pesado pecado na consciência daqueles que dão ordens criminosas e cometem violência”.27

No dia 19 de agosto, o Arcebispo Kondrusiewicz rezou no exterior da prisão onde se dizia que os manifestantes detidos estavam a ser torturados. Quando manifestou o seu desejo de os visitar, as autoridades recusaram-lhe a admissão.28 Sem anúncio prévio, em 23 de agosto, a Rádio Belarus controlada pelo Estado suspendeu a tradicional transmissão de missas católicas.29

A Igreja Ortodoxa Bielorrussa do Patriarcado de Moscovo não apresentou uma resposta uniforme. Embora a liderança da Igreja mantenha laços estreitos com a Rússia e assim reconheça os resultados eleitorais, preferiu permanecer “neutra” durante as manifestações.30 Alguns outros bispos e muitos sacerdotes, no entanto, manifestaram abertamente a sua posição antigovernamental e apoiaram os manifestantes.31 Devido a mais pressões de fiéis bielorrussos, e provavelmente do seu próprio clero, a Igreja Ortodoxa mudou de posição. Em 15 de agosto, o seu sínodo condenou veementemente tanto a reação dura das forças estatais como alguns incidentes de provocação por parte dos manifestantes.32 O Metropolitano de Minsk e Zaslaul criticou a brutalidade do Governo e visitou alguns dos feridos no hospital. O Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa retirou-o em 26 de agosto e substituiu-o pelo Bispo Venimian de Borisov e Maryinogorsk.33

Muitos cristãos protestantes juntaram-se às manifestações ou apoiaram-nas e alguns foram presos e condenados. Em 14 de agosto, pentecostais e carismáticos apelaram oficialmente às autoridades para que pusessem termo à violência, libertassem todos os detidos e se empenhassem num diálogo pacífico com o povo. Membros de uma congregação com sede em Minsk lançaram uma iniciativa, “De Kurapaty a Akreścina, nunca mais”, que trouxe milhares de manifestantes para a rua, muitos segurando nas suas mãos cópias da Bíblia, cruzes e bandeiras nacionais bielorrussas.34

Durante um protesto a 26 de agosto, as forças policiais bloquearam a entrada para a Igreja dos Santos Simão e Helena em Minsk, comummente chamada Igreja Vermelha, enquanto manifestantes e jornalistas procuravam abrigo no seu interior. O Arcebispo Kondrusiewicz considerou o incidente “inaceitável e ilegal”.35

No dia 31 de agosto, oficiais de segurança de fronteira da Bielorrússia bloquearam a reentrada do Arcebispo Kondrusiewicz que regressava da Polônia. Embora o arcebispo seja cidadão bielorrusso, as autoridades declararam o seu passaporte inválido. Kondrusiewicz foi obrigado a permanecer na Polônia, para grande choque dos cidadãos bielorrussos, que expressaram a sua solidariedade com ele independentemente da sua filiação religiosa. A 1 de setembro, o Presidente Alexander Lukashenko declarou que o arcebispo foi proibido de reentrar porque “recebe ordens da Polônia e mistura Igreja e política”.36

O exílio forçado do Arcebispo Kondrusiewicz foi também condenado pela comunidade internacional. O Ministro dos Negócios Estrangeiros letão Edgars Rinkevičs emitiu uma declaração, tal como o Secretário de Estado norte-americano Michael Pompeo, condenando a proibição de entrada do arcebispo.37

Num ambiente de solidariedade, no dia 5 de setembro ocorreu uma missa que contou com milhares de pessoas na Igreja Vermelha de Minsk, celebrada pelo Bispo Jury Kasabucki de Minsk-Mogilev. O bispo exortou os católicos a permanecerem unidos, insistindo que as “acções e declarações” do arcebispo se tinham conformado aos ensinamentos católicos e ao direito bielorrusso. “É óbvio que estão a tentar pressionar a Igreja, o que de fato significa que a Igreja está a ser perseguida […] embora ninguém o diga abertamente, nem o fizeram quando a perseguição foi grave durante a era soviética. Os fatos mostram que a situação é semelhante”.38 Desde então, Kasabucki foi oficialmente admoestado pela Procuradoria-Geral da Bielorrússia.

Os incidentes contra sacerdotes começaram a ocorrer pouco depois da proibição de reentrada do Arcebispo Kondrusiewicz. Em 4 de setembro, o Padre Jerzy Wilk da Polônia recebeu uma carta do Plenipotenciário para a Religião e Nacionalidade do Conselho de Ministros bielorrusso, Leanid Hulaka, informando que as autoridades “cancelaram o seu convite para servir na diocese de Vitebsk”.39

No dia 8 de dezembro, dois sacerdotes jesuítas, o Padre Viktar Zhuk e o grego-católico Padre Alyaksei Varanko, ambos de Vitebsk, foram detidos e confinados a prisão domiciliária um dia mais tarde. Ambos foram acusados de participação em eventos não autorizados. Em novembro, o secretário de imprensa da Igreja Ortodoxa, Padre Sergei Lepin, foi forçado a demitir-se após denunciar o “espezinhamento satânico de bandeiras e ícones” pela polícia durante a repressão policial em Minsk.40

A líder da oposição da Bielorrússia, Sviatlana Tsikhanouskaya, exilada na Lituânia desde agosto, enviou uma carta ao Papa Francisco no início de dezembro avisando que o clero e os leigos de todas as denominações enfrentavam “perseguição por parte das autoridades”.41

Finalmente, no dia 24 de dezembro, o Arcebispo Tadeusz Kondrusiewicz foi autorizado a regressar à Bielorrússia após 16 semanas de exílio. Celebrou duas missas de Natal em Minsk no dia seguinte. O regresso foi o resultado da mediação do novo núncio apostólico na Bielorrússia e do Vaticano. Segundo o Ministro dos Negócios Estrangeiros bielorrusso, Vladimir Makei, depois de receber uma carta pessoal do Papa Francisco, o Presidente Alexander Lukashenko decidiu que a festa de Natal seguinte era a razão para tomar esta decisão, “apesar de uma série de coisas negativas sobre esta pessoa”.42 Numa entrevista dada posteriormente à comunicação social polaca, o Arcebispo Kondrusiewicz assegurou que trabalhava pelo Evangelho e pela reconciliação no país e que não conspirou contra as autoridades do Estado bielorrusso.43

PERSPECTIVAS PARA A LIBERDADE RELIGIOSA

A Bielorrússia tem testemunhado vários meses de convulsões políticas e manifestações públicas em que a maioria dos direitos humanos está em perigo, incluindo a liberdade religiosa. A tendência é para um controle autoritário cada vez maior, com o risco de consequências graves para as organizações religiosas do país.44 Relativamente à liberdade religiosa, o Estado de direito é aplicado de forma desigual e permanece dependente dos caprichos das autoridades responsáveis, o que resulta frequentemente em ações caóticas e arbitrárias contra várias comunidades religiosas, incluindo os ortodoxos.

A Bielorrússia está presa entre as exigências populares de democracia ao estilo ocidental e os interesses nacionais e internacionais no status quo regional. Tanto estes atores estrangeiros como nacionais procuram minar a autoridade da Igreja Católica e provocar tensões históricas entre comunidades religiosas (isto é: entre ortodoxos e católicos) para causar desentendimentos no seio dos manifestantes,45 a mais grave ameaça ao aparelho de Estado atual.46 Neste clima, as perspectivas dos direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa, continuam negativas.

NOTAS

1 “Belarus’ Constitution of 1994 with Amendments through 2004”, constituteproject.org, https://www.constituteproject.org/constitution/Belarus_2004.pdf?lang=en (acesso em 29 de abril de 2018).
2 “Law of the Republic of Belarus No. 2054-XII of de dezembro de 17, 1992 [Law of the Republic of Belarus No. 137-Z of de outubro de 31, 2002; amended as of de janeiro de 4, 2010] On Freedom of Conscience and Religious Organisations”, Legislation Online, http://www.legislationline.org/documents/action/popup/id/17908 (acesso em 29 de abril de 2018).
3 Ibid.
4 Ibid.
5 “Agreement on cooperation between the Republic of Belarus and the Belarusian Orthodox Church from 2003”, Concordat Watch, http://www.concordatwatch.eu/showtopic.php?org_id=3571&kb_header_id=13271 (acesso em 29 de abril de 2018).
6 “Belarus: Jehovah’s Witnesses Concerns about “Religious Freedom”, Human Rights Without Frontiers International, 28 de setembro de 2016, http://hrwf.eu/belarus-jehovahs-witnesses-concerns-about-religious-freedom/ (acesso em 29 de abril de 2018).
7 Forum 18, Belarus Archive, http://www.forum18.org/archive.php?query=&religion=all&country=16 (acesso em 7 de abril de 2020).
8 Glace, O. “BELARUS: Order not to register new religious communities?”, Forum 18, 11 de dezembro de 2018, http://www.forum18.org/archive.php?article_id=2436 (acesso em 7 de abril de 2020).
9 Forum 18, Belarus Archive, http://www.forum18.org/archive.php?query=&religion=all&country=16 (acesso em 7 de abril de 2020).
10 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
11 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
12 Acesso intermitente online: htpps://krynica.info/be/2018/06/13/u-godze-u-belarusi-ne-dazvolili-sluzhehnne-chatyrom-svyataram-z-polschy-i-rasii/ (acesso em 7 de abril de 2020).
13 Glace, O., “BELARUS: State official vetoes foreign Orthodox, Catholic priests”, Forum 18, 16 de junho de 2018, http://www.forum18.org/archive.php?article_id=2387 (acesso em 7 de abril de 2020).
14 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, Departamento de Estado Norte-Americano, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
15 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2018 Report, Departamento de Estado Norte-Americano, https://www.state.gov/reports/2018-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
16 http://www.forum18.org/archive.php?query=&religion=all&country=16 (acesso em 7 de abril de 2020).
17 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
18 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
19 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
20 Glace, O., “BELARUS: State official vetoes foreign Orthodox, Catholic priests”, Forum 18, 16 de junho de 2018, http://www.forum18.org/archive.php?article_id=2387 (acesso em 7 de abril de 2020).
21 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2018 Report, Departamento de Estado Norte-Americano, https://www.state.gov/reports/2018-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
22 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
23 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
24 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2018 Report, Departamento de Estado Norte-Americano, https://www.state.gov/reports/2018-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
25 Glace, O., “BELARUS: Order not to register new religious communities?”, Forum 18, 11 de dezembro de 2018 http://www.forum18.org/archive.php?article_id=2436 (acesso em 7 de abril de 2020).
26 Gabinete para a Liberdade Religiosa Internacional, “Belarus”, 2019 Report, https://www.state.gov/reports/2019-report-on-international-religious-freedom/belarus/ (acesso em 7 de maio de 2020).
27 “Divine Intervention? Catholic Church In Belarus Sides With Anti-Lukashenka Protesters”, Radio Free Europe RadioLiberty, 5 de setembro de 2020, https://www.rferl.org/a/divine-intervention-catholic-church-in-belarus-sides-with-anti-lukashenka-protesters/30822378.html (acesso em 25 de janeiro de 2021).
28 “Arcybiskup Kondrusiewicz powinien móc wrócić do domu”, Rzeczpospolita, 15 de outubro de 2020, https://www.rp.pl/Bialorus/201019555-Arcybiskup-Kondrusiewicz-powinien-moc-wrocic-do-domu.html (acesso em 24 de janeiro de 2021).
29 “BELARUS: Another Catholic priest banned from serving”, Forum18, 23 de setembro de 2020, https://www.forum18.org/archive.php?article_id=2602 (acesso em 25 de janeiro de 2021).
30 “The Moscow Patriarchate Has a Problem in Belarus”, Warsaw Institute, 25 de agosto de 2020, https://warsawinstitute.org/moscow-patriarchate-problem-belarus/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).
31 “Church and State: Belarus and Montenegro in Comparative Perspective”, Georgtown University, Berkley Center for Religion, Peace & World Affairs, 15 de setembro de 2020, https://berkleycenter.georgetown.edu/responses/church-and-state-belarus-and-montenegro-in-comparative-perspective (acesso em 26 de janeiro de 2021).
32 “Catholic Church as next target for Belarus’ undermining of civic solidarity”, Belarus Digest, 8 de setembro de 2020, https://belarusdigest.com/story/belarusian-authorities-target-the-catholic-church-trying-to-undermine-civic-solidarity/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).
33 “Patriarch of Moscow removes the Patriarchal Exarch in Belarus”, Orthodox Times, 25 de agosto de 2020, https://orthodoxtimes.com/patriarch-of-moscow-defrocks-the-patriarchal-exarch-in-belarus/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).
34 Catholic Church as next target for Belarus’ undermining of civic solidarity”, Belarus Digest, 8 de setembro de 2020, https://belarusdigest.com/story/belarusian-authorities-target-the-catholic-church-trying-to-undermine-civic-solidarity/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).
35 Catholic Church as next target for Belarus’ undermining of civic solidarity”, Belarus Digest, 8 de setembro de 2020, https://belarusdigest.com/story/belarusian-authorities-target-the-catholic-church-trying-to-undermine-civic-solidarity/ (acesso em 25 de janeiro de 2021).
36 “Divine Intervention? Catholic Church In Belarus Sides With Anti-Lukashenka Protesters”, Radio Free Europe RadioLiberty, 5 de setembro de 2020, https://www.rferl.org/a/divine-intervention-catholic-church-in-belarus-sides-with-anti-lukashenka-protesters/30822378.html (acesso em 25 de janeiro de 2021).
37 “Arcybiskup Kondrusiewicz powinien móc wrócić do domu”, Rzeczpospolita, 15 de outubro de 2020, https://www.rp.pl/Bialorus/201019555-Arcybiskup-Kondrusiewicz-powinien-moc-wrocic-do-domu.html (acesso em 24 de janeiro de 2021).
38 “Catholic Church as next target for Belarus’ undermining of civic solidarity”, Belarus Digest, 8 de setembro de 2020, https://belarusdigest.com/story/belarusian-authorities-target-the-catholic-church-trying-to-undermine-civic-solidarity/ (acesso em 25 de janeiro de 2021).
39 “Władze Białorusi bez wyjaśnienia zakazały posługi polskiemu proboszczowi”, Belsat, 7 de setembro de 2020, https://belsat.eu/pl/news/wladze-bialorusi-bez-wyjasnienia-zakazaly-poslugi-polskiemu-proboszczowi/ (acesso em 26 de janeiro de 2021).
40 “BOC press secretary Sergei Lepin resigns after criticizing Lukashenko”, Voices from Belarus, 20 de dezembro de 2020, https://voicesfrombelarus.medium.com/people-were-detained-when-they-came-out-to-decorate-their-yard-ba91b2d78d46; https://belsat.eu/ru/news/press-sekretar-bpts-sergej-lepin-uvolilsya-posle-kritiki-lukashenko/ (acesso em 11 de fevereiro de 2021)
41 “For Catholics in Belarus, winter brings fears of renewed repression”, National Catholic Reporter,17 de dezembro de 2020, https://www.ncronline.org/news/world/catholics-belarus-winter-brings-fears-renewed-repression (acesso em 25 de janeiro de 2021).
42 “Minsk Abp. Tadeusz Kondrusiewicz can return from exile”, AsiaNews, 23 de dezembro de 2020, http://www.asianews.it/news-en/-Minsk-Abp.-Tadeusz-Kondrusiewicz-can-return-from-exile-51919.html (acesso em 26 de janeiro de 2021).
43 “Abp. Kondrusiewicz: I am not a politician. I preach the Gospel and practice the social doctrine of the Church”, AsiaNews, 22 de dezembro de 2020, http://www.asianews.it/news-en/Abp.-Kondrusiewicz:-I-am-not-a-politician.-I-preach-the-Gospel-and-practice-the-social-doctrine-of-the-Church-51908.html (acesso em 26 de janeiro de 2021).
44 “The Moscow Patriarchate Has a Problem in Belarus”, Warsaw Institute, 25 de agosto de 2020, https://warsawinstitute.org/moscow-patriarchate-problem-belarus/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).
45 “Kremlin creates illusion of a religious clash between Belarus Orthodox and Catholics”, Atlantic Council’s DFRLab, 15 de outubro de 2020, https://medium.com/dfrlab/kremlin-creates-illusion-of-a-religious-clash-between-belarus-orthodox-and-catholics-9d24cb3bd4a6 (acesso em 26 de janeiro de 2021).
46 “Catholic Church as next target for Belarus’ undermining of civic solidarity”, Belarus Digest, 8 de setembro de 2020, https://belarusdigest.com/story/belarusian-authorities-target-the-catholic-church-trying-to-undermine-civic-solidarity/ (acesso em 24 de janeiro de 2021).

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Calem-se as armas!

Quanto rezamos ao longo destes anos pela paz no Iraque! (…) E Deus escuta; escuta sempre! Cabe a nós ouvi-Lo, andar nos seus caminhos. Calem-se as armas! Limite-se a sua difusão, aqui e em toda a parte! (…) Chega de violências, extremismos, facções, intolerâncias!

Papa Francisco

Palácio Presidencial em Bagdá. Sexta-feira, 5 de março de 2021. Discurso do Santo Padre às autoridades, à sociedade civil e ao corpo diplomático do Iraque.

SOBRE A ACN

ACN (Ajuda à Igreja que Sofre no Brasil) é uma organização católica fundada em 1947 pelo Padre Werenfried van Straaten para ajudar os refugiados de guerra. Desde 2011 reconhecida como fundação pontifícia, a ACN dedica-se a ajudar os cristãos no mundo inteiro – através da informação, oração e ação – especialmente onde estes são perseguidos ou sofrem necessidades materiais. A ACN auxilia todos os anos uma média de 5.000 projetos em 130 países graças às doações de benfeitores, dado que a fundação não recebe financiamento público.

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