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Testamentos de eternidade

9 de novembro de 2020

“A vida é um instante entre duas eternidades”, assim Santa Teresinha do Menino Jesus descrevia nosso tempo na terra, reconhecendo que nascemos em Deus e, no fim, retornaremos para Ele. Desse reunimos nele pode transformar a nossa vida e de outras pessoas.
Muitos benfeitores entenderam esse segredo e, antes de partirem para a Eternidade, deixam seus bens como herança aos mais necessitados. Isso é feito em um testamento, atualizando as palavras de Jesus: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céus” (Mt 5, 3). Inspirada Testamentos de eternidade por essa promessa, uma benfeitora da ACN doou recentemente o imóvel que mora. Assim quando realizar seu encontro definitivo com o Pai, seu patrimônio será uma herança de gratidão a Deus. Uma herança que se torna ajuda ao próximo é, portanto, um tesouro que jamais passará.

“A princípio a ideia era doar para uma família carente, de refugiados cristãos. Mas eu não tinha condições de saber se seria a família certa. Mediante isso, surgiu a ideia de doar para a evangelização. Aí veio a dúvida: pra quem? Foi então que entrou a ACN. Achei que foi a melhor escolha. Fiquei feliz e aliviada em poder ajudar um pouco a quem tanto precisa”, compartilha a benfeitora que prefere não se identificar, para que o bem realizado fique entre Deus e ela.
O processo de doação de herança passa por algumas etapas. Por isso a ACN preparou uma página especial sobre o tema para auxiliar os que desejam realizar esse gesto de amor – clique aqui ou ligue para 0800 77 099 27 – ligação gratuita. Além disso, a ACN oferece todo o suporte jurídico para aqueles que, tendo essa possibilidade e desejo, possam descansar na certeza de que seus bens serão a Providência Divina para muitas realidades de sofrimento.

Um laço eterno de unidade

“Doar para quem precisa alegra o coração. Mas deixar a herança para que siga o curso natural, muitas vezes se desperdiça e não produz frutos”, lembra a benfeitora da ACN. De fato, muitos não doam sua herança (ou parte dela) por falta de informação, e acabam tendo os bens de toda sua vida empregados em causas que não os representam. Quando, por exemplo, alguém não tem herdeiros os bens são encaminhados para o poder público.
Investir a herança em evangelização e obras pastorais segue o exemplo e a garantia do “bom administrador”, que empregou até seu último centavo na construção do Reino de Deus. A maior beleza desse gesto é que aqueles que deixam seu “testamento de eternidade” para a ACN podem contemplar, ainda em vida, os frutos dessa oferta em cada projeto atendido. Dessa forma, as páginas do ‘Eco do Amor’, por exemplo, se tornam um “álbum de família”, revelando os rostos daqueles que se tornarão os novos herdeiros, não ligados pelo sangue, mas pelo amor – o laço eterno de unidade.

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