versão para impressão

Crise econômica afeta vida das irmãs

7 de julho de 2021

Com uma área de aproximadamente 2.8 milhões de Km², a Argentina é o oitavo maior país do mundo. Mas, o país natal do Papa Francisco, passa hoje por uma séria crise econômica. A pobreza aumentou e em 2019, cerca de 40% dos 44 milhões de habitantes do país já estavam listados como “pobres”.

A pandemia exacerbou os problemas. A Argentina foi duramente atingida: na última semana de maio de 2020 foram registrados 13.5 milhões de infectados e cerca de 74 mil mortos por Covid-19. Desde 22 de maio, o país está novamente em lockdown, com a situação dramática. A cada dia agora há 30 mil casos de infectados e em torno de 500 mortes.

Mas a crise também afetou bastante a Igreja. Ano passado, a Congregação das Irmãs Missionárias de Jesus Verbo e Vítima (Misioneras de Jesús Verbo y Víctima), relatou que a situação era “muito, muito difícil”. Por conta do Covid elas não podiam aceitar novas jovens que aguardavam para entrar para a comunidade. Também tinham que conseguir permissão especial para viajar de um local para outro. A comunidade também estava enfrentando reais dificuldades financeiras.

Irmãs enfrentam a crise econômica para ajudar seus féis

A congregação foi fundada em 1961 no Perú, e seu carisma consiste especialmente em ministrar, em regiões remotas e inacessíveis, onde há falta de padres. Primeiramente elas são devotadas ao cuidado pastoral e social dos pobres e mais marginalizados. Hoje, a congregação conta com 400 Irmãs, que trabalham em diferentes países da América Latina.

Mas o trabalho das irmãs demanda longas viagens de carro para as missões, através de estradas bem ruins. Eventualmente algumas viagens são feitas a pé, de mula ou de barco para conseguir alcançar fazendas e vilarejos remotos. Algumas vezes é dito para as Irmãs que sua missão só começa onde as estradas terminam.

Atualmente, a congregação tem 20 Irmãs na Argentina, algumas das quais ainda estão terminando sua formação. Irmã Maria Augustina, tem 24 anos e já fez seus votos temporários. Ela escreve, “Eu agradeço a Deus por ter permitido que eu me tornasse membro desta congregação, e rezo todo dia pela graça de ser fiel até o fim de minha vida”.

Vida de fé e dedicação

A Irmã completa sua declaração, com fé e dedicação: “É claro que, como em um casamento, há cruzes a serem superadas e desafios a vencer. Mas estes são os momentos quando podemos realmente mostrar nosso amor por nosso Noivo e Deus crucificado. Nestes dias, a Igreja precisa de nós mais do que nunca, pois alguns homens viraram as costas a Deus e a Igreja está sendo tão selvagemente atacada”.

Portanto, graças à ajuda dos generosos benfeitores, a ACN pôde contribuir para o sustento das Irmãs da congregação na Argentina; parte para a formação das jovens Irmãs e parte para o sustento das outras 20 da congregação. Assim elas lhes enviam seu agradecimento de coração e prometem rezar por todos os nossos generosos benfeitores!

versão para impressão

Com uma área de aproximadamente 2.8 milhões de Km², a Argentina é o oitavo maior país do mundo. Mas, o país natal do Papa Francisco, passa hoje por uma séria crise econômica. A pobreza aumentou e em 2019, cerca de 40% dos 44 milhões de habitantes do país já estavam listados como “pobres”.

A pandemia exacerbou os problemas. A Argentina foi duramente atingida: na última semana de maio de 2020 foram registrados 13.5 milhões de infectados e cerca de 74 mil mortos por Covid-19. Desde 22 de maio, o país está novamente em lockdown, com a situação dramática. A cada dia agora há 30 mil casos de infectados e em torno de 500 mortes.

Mas a crise também afetou bastante a Igreja. Ano passado, a Congregação das Irmãs Missionárias de Jesus Verbo e Vítima (Misioneras de Jesús Verbo y Víctima), relatou que a situação era “muito, muito difícil”. Por conta do Covid elas não podiam aceitar novas jovens que aguardavam para entrar para a comunidade. Também tinham que conseguir permissão especial para viajar de um local para outro. A comunidade também estava enfrentando reais dificuldades financeiras.

Irmãs enfrentam a crise econômica para ajudar seus féis

A congregação foi fundada em 1961 no Perú, e seu carisma consiste especialmente em ministrar, em regiões remotas e inacessíveis, onde há falta de padres. Primeiramente elas são devotadas ao cuidado pastoral e social dos pobres e mais marginalizados. Hoje, a congregação conta com 400 Irmãs, que trabalham em diferentes países da América Latina.

Mas o trabalho das irmãs demanda longas viagens de carro para as missões, através de estradas bem ruins. Eventualmente algumas viagens são feitas a pé, de mula ou de barco para conseguir alcançar fazendas e vilarejos remotos. Algumas vezes é dito para as Irmãs que sua missão só começa onde as estradas terminam.

Atualmente, a congregação tem 20 Irmãs na Argentina, algumas das quais ainda estão terminando sua formação. Irmã Maria Augustina, tem 24 anos e já fez seus votos temporários. Ela escreve, “Eu agradeço a Deus por ter permitido que eu me tornasse membro desta congregação, e rezo todo dia pela graça de ser fiel até o fim de minha vida”.

Vida de fé e dedicação

A Irmã completa sua declaração, com fé e dedicação: “É claro que, como em um casamento, há cruzes a serem superadas e desafios a vencer. Mas estes são os momentos quando podemos realmente mostrar nosso amor por nosso Noivo e Deus crucificado. Nestes dias, a Igreja precisa de nós mais do que nunca, pois alguns homens viraram as costas a Deus e a Igreja está sendo tão selvagemente atacada”.

Portanto, graças à ajuda dos generosos benfeitores, a ACN pôde contribuir para o sustento das Irmãs da congregação na Argentina; parte para a formação das jovens Irmãs e parte para o sustento das outras 20 da congregação. Assim elas lhes enviam seu agradecimento de coração e prometem rezar por todos os nossos generosos benfeitores!

Deixe um comentário