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Conserto do barco para o trabalho pastoral

27 de maio de 2021

Na diocese do Xingu-Altamira, na região Amazônica, cerca de 70% da população é católica. A diocese é dividida entre dez enormes paróquias. Uma delas é a paróquia de São Francisco Xavier, que inclui numerosos vilarejos remotos. Quarenta destes vilarejos ficam às margens dos rios da floresta e só podem ser atingidos de barco. Apesar da paróquia ter um barco, ele está velho e necessitado de reparos; no momento nem pode ser usado. Eles pediram à ACN ajuda no conserto do barco, e nós estamos mais do que felizes contribuir para que eles retomem as viagens de rio.

A diocese do Xingu-Altamira cobre uma vasta área da floresta tropical do Amazonas – na verdade, com em torno de 247.000 km², é maior do que toda a Grã-Bretanha. No entanto, ela é muito pouco populosa, com aproximadamente 360.000 habitantes. Grandes áreas da diocese estão em floresta tropical.

Muitos dos que vivem nesta área são migrantes de outras regiões do Brasil, vindos em busca de oportunidades de emprego com os grandes fazendeiros, as companhias de mineração e as obras de construção da enorme hidrelétrica de Belo Monte. Problemas sociais tais como famílias desintegradas e vício em álcool e drogas são bastante disseminados. Mas há também muitas pessoas que pertencem às tribos indígenas e ainda vivem na floresta.

Conserto do barco garante trabalho pastoral

O trabalho pastoral é impossível sem um barco e tem seus desafios próprios. Os fieis católicos normalmente têm que esperar pelos sacramentos, pela instrução e pela ajuda com seus problemas diários.

Em muitas destas pequenas comunidades, os padres só podem visitar a cada três meses, enquanto que em algumas, só a cada dois anos. A viagem de barco pelos rios é lenta e difícil – e também frequentemente perigosa.

Enquanto viajam, os padres e missionários leigos têm que passar vários dias no barco. E enquanto os fieis fazem o melhor para sustentar sua vida de fé, com orações e liturgias da Palavra, eles, de qualquer maneira, anseiam pelos sacramentos e pelas visitas regulares de seus pastores.

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