A congregação contemplativa dos Irmãos Albertinos é uma fundação local nova na Nicarágua, um país que não tinha, até agora, uma tradição de vida religiosa contemplativa masculina. Os cinco padres da congregação em Estelí, no norte do país, tem entre 30 e 40 anos e são testemunhas do fato de que a Igreja na Nicarágua é jovem e vibrante.

Mas eles estão encontrando dificuldades para conseguir recursos, mesmo para o seu estilo modesto de vida. A crise econômica do país resultou na diminuição das contribuições dos amigos e benfeitores para esta que é a única fundação religiosa contemplativa masculina da Nicarágua. Da mesma forma, as pessoas que participam da Santa Missa no mosteiro são extremamente pobres. Enquanto isso, os preços continuam subindo e alguns irmãos têm problemas de saúde e necessitam de vários tipos de medicação.

Os Irmãos Albertinos oferecem amizade e hospitalidade para todos os que vêm a eles em busca de conforto espiritual e contemplação silenciosa. Eles atendem às confissões e rezam por todos os que os procuram. Para seu sustento, a congregação contemplativa faz trabalhos de arte sacra. É por meio desse trabalho, da liturgia, de sua amizade e hospitalidade, que procuram fortalecer o espírito do Evangelho nos corações dos que os cercam.
A ACN, por meio da ajuda de seus benfeitores, está se propondo a ajudar esses cinco padres. Para isso, contamos com a ajuda de benfeitores como você. Clique aqui e faça a sua doação!

Desafios da Igreja Católica no país

A Nicarágua é o segundo país mais pobre da América Latina, ficando à frente apenas do Haiti. A Igreja Católica desse país também enfrenta numerosos problemas. A instabilidade política durante o ano de 2018 causou muito sofrimento à Igreja. Outro ponto são os desafios pastorais, principalmente o das seitas que são muito ativas. No momento apenas cerca da metade da população de 6.100.000 habitantes ainda se considera católica.

A crise econômica também atingiu duramente a Igreja e, em particular, as congregações religiosas contemplativas. No entanto, ao mesmo tempo, é bom ver que está crescendo o número de vocações, tanto para a vida religiosa quanto para os seminários diocesanos.