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Prelazia do Peru recebe apoio

27 de maio de 2021

A prelazia apostólica de Ayaviti fica no sul do Peru e cobre uma área de aproximadamente 32.000 km², com cerca de 300 mil pessoas. Algumas partes de seu território estão entre as mais pobres e mais negligenciadas de todo o país.

A Igreja católica enfrenta no local muitos desafios. Apesar de, teoricamente, em torno de 85% da população se intitular católica, muitos estão afastados da Igreja; em parte porque há muitos poucos padres. Há somente 20 padres para cobrir as 21 paróquias desta grande área; e, ao mesmo tempo, há uma falta de catequistas e de irmãs. Muitas pessoas sabem pouco ou nada sobre a fé católica, e as seitas fundamentalistas estão penetrando cada vez mais.

Prelazia pede ajuda para irmãs contemplativas

O antigo bispo, agora emérito, Kay Martin Schmalhausen, que se aposentou em abril deste ano, vê sinais de esperança. As Irmãs contemplativas da ordem trinitária estabeleceram-se na prelazia desde 2011. Elas vivem vida de clausura dedicada a orações.

Mas, apesar de não estarem diretamente envolvidas com o trabalho pastoral e com a vida da prelazia, elas apoiam este trabalho com suas preces, sua presença e o testemunho de sua fé. Como nos escreve o bispo, “Nós vemos com alegria que vocações à vida de clausura estão crescendo e estão trazendo muitas bênçãos com elas”. E na verdade o número delas cresceu de apenas quatro para 16 em pouco tempo.

Mais uma vez, este ano, como ele fez no passado e antes de sua aposentadoria, o bispo nos pediu apoio para estas Irmãs, em sua vida e apostolado. Ficamos muitos felizes em prometer a ele uma ajuda para elas.

Peru foi muito afetado pela pandemia do corona vírus

Em termos de área, o Peru é o terceiro maior país da América do Sul. Assim a maioria da população de 32 milhões pertence a povos indígenas do país. A saber, a topografia do país varia das altas montanhas dos Andes até as florestas tropicais da região amazônica.

O Peru foi severamente afetado pela pandemia do corona vírus. Apesar do país ter se precavido, desde março de 2020, com uma série de restrições, um ano depois já há em torno de 1.7 milhões de infectados e em torno de 57 mil mortes registradas.

A crise econômica do país e as tensões sociais cresceram com a pandemia. Há muita pobreza nas áreas rurais e muitas pessoas estão migrando para as cidades, onde os problemas com vício em drogas e famílias desfeitas são grandes e estão piorando.

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