Liberdade Religiosa
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A liberdade religiosa é um direito humano, não um privilégio
Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamou que toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.
No entanto, hoje, para quase dois terços da humanidade, rezar tornou-se um ato arriscado. Segundo o Relatório de Liberdade Religiosa no Mundo 2025, publicado pela Fundação pontifícia ACN, cerca de 5,4 bilhões de pessoas vivem em 62 países com violações graves ou gravíssimas da liberdade religiosa. Essas violações são perpetradas tanto por governos autoritários quanto por grupos não-estatais.
Em muitos lugares igrejas e templos são destruídos; sacerdotes são ameaçados, sequestrados ou até mesmo assassinados; comunidades inteiras são forçadas a abandonar suas terras por causa de sua religião; crianças crescem sem poder professar publicamente a fé; pessoas são assassinadas por simplesmente viverem a sua fé.
A liberdade religiosa é um direito humano, não um privilégio
Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamou que toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.
No entanto, hoje, para quase dois terços da humanidade, rezar tornou-se um ato arriscado. Segundo o Relatório de Liberdade Religiosa no Mundo 2025, publicado pela Fundação pontifícia ACN, cerca de 5,4 bilhões de pessoas vivem em 62 países com violações graves ou gravíssimas da liberdade religiosa. Essas violações são perpetradas tanto por governos autoritários quanto por grupos não-estatais.
Em muitos lugares igrejas e templos são destruídos; sacerdotes são ameaçados, sequestrados ou até mesmo assassinados; comunidades inteiras são forçadas a abandonar suas terras por causa de sua religião; crianças crescem sem poder professar publicamente a fé; pessoas são assassinadas por simplesmente viverem a sua fé.
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Por que isso importa?
O Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos nos assegura a liberdade de fé. Porém, para quase dois terços da humanidade, rezar tornou-se um ato de risco. Diante da perseguição e opressão que atingem bilhões, a ACN lança um apelo global. Nossa petição clama aos governantes que respeitem este direito fundamental. Assine e ajude-nos a garantir que ninguém seja punido por amar a Deus.
Mais informações sobre a liberdade religiosa no mundo,
acesse o relatório, aqui.


