Ajuda Emergencial

Líbano

Ajuda Emergencial

Líbano

Ajuda para mais de 5.000 famílias

Desde a enorme explosão ocorrida em Beirute, no Líbano, no dia 4 de agosto, a ACN se mobiliza para enviar uma ajuda emergencial de cestas básicas para mais de 5.000 famílias. Para isso, precisa da sua ajuda.

A ajuda tem como destino as famílias pobres mais afetadas pela explosão que devastou a área portuária da capital libanesa. Mais de 180 pessoas foram mortas e mais de 6.000 ficaram feridas após as 2.750 toneladas de nitrato de amônio explodirem.

Ajude agora mesmo!

Ajuda para mais de 5.000 famílias

Desde a enorme explosão ocorrida em Beirute, no Líbano, no dia 4 de agosto, a ACN se mobiliza para enviar uma ajuda emergencial de cestas básicas para mais de 5.000 famílias. Para isso, precisa da sua ajuda.

A ajuda tem como destino as famílias pobres mais afetadas pela explosão que devastou a área portuária da capital libanesa. Mais de 180 pessoas foram mortas e mais de 6.000 ficaram feridas após as 2.750 toneladas de nitrato de amônio explodirem.

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ACN ajuda o Líbano há décadas

A ACN ajuda o Líbano há décadas, sobretudo nas áreas pastorais e ajuda aos refugiados. Por ter muitos contatos no país, isso facilita a doação de alimentos diretamente a quem mais sofre, já que a distribuição é feita por meio dos parceiros de projetos da ACN, ou seja: bispos, padres, religiosas, missionários e entidades católicas que têm facilidade para realizar a distribuição para quem mais precisa, pois já estavam sempre próximos ao povo. Muitos desses parceiros de projetos estão caminhando pelas ruas de Beirute avalizando as necessidades e ajudando as pessoas.

A ACN, como sempre, além de comprometer-se primeiramente com essa ajuda imediata, tem no seu horizonte a ajuda futura para auxiliar o povo Libanês a superar essa tragédia que, além das vítimas fatais e dos feridos, deixou mais de 300.000 desabrigados. Entre os desabrigados, 88.000 são crianças. O distrito predominantemente cristão de Achrafieh foi um dos mais afetados pela explosão.

A Irmã Hanan youssef, parceira de projetos da ACN disse: “Eu sobrevivi a 15 anos de guerra civil, mas não conseguia imaginar uma coisa tão horrível acontecendo ao nosso povo”. Ela acrescentou: “Mais do que nunca, as pessoas precisam de ajuda. Estamos muito gratos pelas orações e apoio dos nossos queridos amigos da ACN.”

ACN ajuda o Líbano há décadas

A ACN ajuda o Líbano há décadas, sobretudo nas áreas pastorais e ajuda aos refugiados. Por ter muitos contatos no país, isso facilita a doação de alimentos diretamente a quem mais sofre, já que a distribuição é feita por meio dos parceiros de projetos da ACN, ou seja: bispos, padres, religiosas, missionários e entidades católicas que têm facilidade para realizar a distribuição para quem mais precisa, pois já estavam sempre próximos ao povo. Muitos desses parceiros de projetos estão caminhando pelas ruas de Beirute avalizando as necessidades e ajudando as pessoas.

A ACN, como sempre, além de comprometer-se primeiramente com essa ajuda imediata, tem no seu horizonte a ajuda futura para auxiliar o povo Libanês a superar essa tragédia que, além das vítimas fatais e dos feridos, deixou mais de 300.000 desabrigados. Entre os desabrigados, 88.000 são crianças. O distrito predominantemente cristão de Achrafieh foi um dos mais afetados pela explosão.

A Irmã Hanan youssef, parceira de projetos da ACN disse: “Eu sobrevivi a 15 anos de guerra civil, mas não conseguia imaginar uma coisa tão horrível acontecendo ao nosso povo”. Ela acrescentou: “Mais do que nunca, as pessoas precisam de ajuda. Estamos muito gratos pelas orações e apoio dos nossos queridos amigos da ACN.”

Grãos para menos de um mês

A explosão destruiu ainda o principal silo de armazenamento de grãos do Líbano, deixando o país com grãos para menos de um mês, o que elevará o preço dos alimentos e tornará ainda mais complicada a produção de pães, um item essencial para a sobrevivência.

Mesmo tendo mais de 10 templos destruídos, a Igreja abriu suas portas para acolher os necessitados. São paróquias, conventos e escolas católicas que servem como centros de refúgio após a explosão.

Já antes da explosão, e mesmo antes dos problemas gerados pela pandemia do coronavírus, o Líbano encontrava-se em uma dramática crise financeira. Metade da população do país vivia abaixo da linha de pobreza. Muitos já enfrentavam o aumento da inflação juntamente com o desemprego. Muitas famílias estavam passando fome e pensavam em deixar o Líbano.

Grãos para menos de um mês

A explosão destruiu ainda o principal silo de armazenamento de grãos do Líbano, deixando o país com grãos para menos de um mês, o que elevará o preço dos alimentos e tornará ainda mais complicada a produção de pães, um item essencial para a sobrevivência.

Mesmo tendo mais de 10 templos destruídos, a Igreja abriu suas portas para acolher os necessitados. São paróquias, conventos e escolas católicas que servem como centros de refúgio após a explosão.

Já antes da explosão, e mesmo antes dos problemas gerados pela pandemia do coronavírus, o Líbano encontrava-se em uma dramática crise financeira. Metade da população do país vivia abaixo da linha de pobreza. Muitos já enfrentavam o aumento da inflação juntamente com o desemprego. Muitas famílias estavam passando fome e pensavam em deixar o Líbano.

Um ajuda a longo prazo

Por conta desta crise, já antes da explosão, os patriarcados católicos (maronitas, greco-melquitas, católicos siríacos e armênios) reuniram-se com paróquias e instituições locais (como a Caritas, São Vicente de Paulo e as Pontifícias Obras Missionárias) e desenvolveram um plano de ajuda. Por conta dessa organização, agora a Igreja está em melhores condições de distribuir a ajuda enviada ao Líbano.

A ACN também trabalha para uma ajuda a longo prazo. Desde a explosão, a ACN está em contato principalmente com seus parceiros de projetos no país para definir as prioridades após essa primeira ajuda emergencial. A ACN trabalha para determinar o que deve ser feito imediatamente, antes que o inverno chegue. Muitos hospitais e centros médicos católicos precisam de reparos urgentes para que possam continuar funcionando. Igualmente muitas instituições eclesiásticas foram destruídas ou seriamente danificadas, como a Catedral Maronita de São Jorge, igrejas, mosteiros e casas de várias congregações que atuam no Oriente Médio.

Nas palavras da diretora de projetos da ACN, Regina Lynch, “queremos que os cristãos no Líbano saibam que podem contar com as orações e doações dos benfeitores da ACN”.

Um ajuda a longo prazo

Por conta desta crise, já antes da explosão, os patriarcados católicos (maronitas, greco-melquitas, católicos siríacos e armênios) reuniram-se com paróquias e instituições locais (como a Caritas, São Vicente de Paulo e as Pontifícias Obras Missionárias) e desenvolveram um plano de ajuda. Por conta dessa organização, agora a Igreja está em melhores condições de distribuir a ajuda enviada ao Líbano.

A ACN também trabalha para uma ajuda a longo prazo. Desde a explosão, a ACN está em contato principalmente com seus parceiros de projetos no país para definir as prioridades após essa primeira ajuda emergencial. A ACN trabalha para determinar o que deve ser feito imediatamente, antes que o inverno chegue. Muitos hospitais e centros médicos católicos precisam de reparos urgentes para que possam continuar funcionando. Igualmente muitas instituições eclesiásticas foram destruídas ou seriamente danificadas, como a Catedral Maronita de São Jorge, igrejas, mosteiros e casas de várias congregações que atuam no Oriente Médio.

Nas palavras da diretora de projetos da ACN, Regina Lynch, “queremos que os cristãos no Líbano saibam que podem contar com as orações e doações dos benfeitores da ACN”.

Sua doação é fundamental

Como sempre, a ACN se compromete a ajudar os que mais precisam. Sobretudo a promessa de ajuda é feita tendo como garantia os corações generosos de pessoas como você, que tem a oportunidade de ajudar os que mais sofrem neste momento. São mais de 5.000 famílias que necessitam do básico para sobreviver.

Ajude: faça a sua doação!

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Como sempre, a ACN se compromete a ajudar os que mais precisam. Sobretudo a promessa de ajuda é feita tendo como garantia os corações generosos de pessoas como você, que tem a oportunidade de ajudar os que mais sofrem neste momento. São mais de 5.000 famílias que necessitam do básico para sobreviver.

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