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O mundo passa por um desafio sem precedentes. Os países mais pobres sofrem ainda mais as consequências econômicas da pandemia.

Mas a ACN existe para socorrer os mais esquecidos. É um momento de sacrifício.

A ACN não pede pra si, mas para mudar realidades de sofrimento e de grande necessidade no mundo, como nos Camarões.

Faça uma doação agora!

A ACN ajuda os que mais sofrem nos Camarões desde 1965

O contexto

Se aqui no Brasil nos assusta que nossas crianças estejam há 1 ano sem praticamente frequentarem a escola por conta da pandemia, tente imaginar o que significa escolas estarem fechadas há 4 anos por conta de conflitos armados. É o que acontece em algumas regiões da República dos Camarões, na África. Em outubro do ano passado um grupo terrorista invadiu uma escola, assassinou 8 crianças e feriu outras 12. Infelizmente é algo muito comum no país, onde os terroristas fecham as escolas e recrutam crianças para as utilizarem como crianças-soldados.

O contexto

Se aqui no Brasil nos assusta que nossas crianças estejam há 1 ano sem praticamente frequentarem a escola por conta da pandemia, tente imaginar o que significa escolas estarem fechadas há 4 anos por conta de conflitos armados. É o que acontece em algumas regiões da República dos Camarões. Em outubro do ano passado um grupo terrorista invadiu uma escola, assassinou 8 crianças e feriu outras 12. Infelizmente é algo muito comum no país, onde os terroristas fecham as escolas e recrutam crianças para as utilizarem como crianças-soldados.

As religiosas

Para dar noção da crise, publicamos a seguir um trecho da carta que recebemos recentemente da Irmã Hedwig Vynio, da congregação das Irmãs Terciárias Franciscanas: “As consequências desta crise estão ficando insuportáveis. Hoje, temos quase um milhão de deslocados internos. Mais de 80% destas pessoas vivem em condições muito terríveis, com pouco ou nenhum acesso a água potável, alimentos e medicamentos. A maioria são mulheres e crianças. Nossas irmãs também foram sequestradas e levadas. Fomos atacadas em várias comunidades. Nossos hospitais foram atacados pelas forças militares do governo e também por terroristas. Perdemos bens. O médico, as irmãs e as enfermeiras, todos foram espancados e forçados a percorrer longas distâncias para chegar ao convento. No momento, não só as pessoas estão gravemente traumatizadas, mas também as irmãs.”

As religiosas

Para dar noção da crise, publicamos a seguir um trecho da carta que recebemos recentemente da Irmã Hedwig Vynio, da congregação das Irmãs Terciárias Franciscanas: “As consequências desta crise estão ficando insuportáveis. Hoje, temos quase um milhão de deslocados internos. Mais de 80% destas pessoas vivem em condições muito terríveis, com pouco ou nenhum acesso a água potável, alimentos e medicamentos. A maioria são mulheres e crianças. Nossas irmãs também foram sequestradas e levadas. Fomos atacadas em várias comunidades. Nossos hospitais foram atacados pelas forças militares do governo e também por terroristas. Perdemos bens. O médico, as irmãs e as enfermeiras, todos foram espancados e forçados a percorrer longas distâncias para chegar ao convento. No momento, não só as pessoas estão gravemente traumatizadas, mas também as irmãs.”

Seria compreensível se essas irmãs nos escrevessem pedindo ajuda para sair do país. Mas, fugindo da lógica do mundo, elas nos pedem ajuda para ficar e continuar sua missão!

As religiosas querem manter uma pequena estrutura educacional, para evitar que mais crianças inocentes sejam aliciadas, assassinadas ou tornem-se crianças-soldados; as Irmãs nem pensam em deixar de ajudar os doentes, tampouco irão parar com as doações de alimentos para os famintos. Agora, o mais importante: elas fazem tudo isso sendo um sinal do amor de Deus ao povo; evangelizam; dão catequese para crianças e adultos. Elas passam a mensagem de que Deus não esqueceu essas pessoas.

Sua participação

É muito provável que você também enfrente as dificuldades que essa pandemia trouxe a todos nós. Talvez você tenha entre seus familiares e amigos pessoas que foram acometidas pela Covid-19, talvez até você tenha sofrido os males dessa doença. Conte com as nossas orações. Mesmo diante de tantas adversidades queremos lhe encorajar a continuar praticando o bem.

A ACN prometeu ajudar pelo menos 383 dessas religiosas que estão nos Camarões. Elas são de várias congregações como Franciscanas, Palotinas, Missionárias da Divina Providência, entre outras. Muitas delas estão inclusive sem condições de comprar o material mínimo para manter suas atividades. Sem energia elétrica, sem água encanada e com pouca comida.

Contamos com a sua ajuda.

Doe agora!

Caso as doações superem a necessidade do projeto apresentado, o excedente será destinado integralmente a projetos semelhantes.