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Etiópia: formação para 72 catequistas

2018-03-12T14:09:30+00:00 Março 9th, 2018|Projetos|

Na paróquia de Fullasa, há apenas dois sacerdotes que atendem a uma comunidade de 39 mil fiéis católicos. Fundada em 1960, ela é a paróquia mais antiga do vicariato apostólico de Awasa, no sul da Etiópia. E também a maior. A presença de catequistas é mais que necessária.

Existem 72 aldeias com suas próprias capelas no território da paróquia, já que a distância até a igreja paroquial central é demasiado grande para muitas pessoas. Na maioria dessas capelas, só é possível celebrar a missa a cada dois meses ou mais. E, assim, cada uma dessas comunidades tem seu próprio catequista, que ora com elas, instrui as crianças, os jovens e os adultos na fé e conduz as orações e as Celebrações da Palavra na comunidade, sendo também autorizado pelo bispo a distribuir a Sagrada Comunhão.

O trabalho já acontece, mas é preciso formação

Para poder transmitir a fé católica aos outros, os próprios catequistas devem, naturalmente, ser formados. É muito importante que eles possam ajudar os jovens a mergulhar firmemente em sua fé, uma vez que existe o perigo de que estes sejam atraídos pelas várias seitas, que também estão ativas na área. Muitos deles ainda são relativamente novos em seu trabalho, no entanto, nos últimos anos, vários dos catequistas que serviram mais tempo nessa função tiveram de deixá-la por razões de idade. Então, agora estão sendo substituídos por catequistas mais jovens, os quais ainda não têm experiência e precisam de formação contínua. Para tal, a paróquia precisa adquirir materiais de ensino adequados, como livros, Bíblias, vídeos de instrução e equipamentos afins para reprodução e projeção de filmes, entre outros. Além disso, cada catequista deve ser dotado de uma túnica para vestir ao conduzir as Celebrações da Palavra. Há igualmente um plano para que todos os catequistas visitem outras paróquias a fim de observarem a prática pastoral dos outros e com ela aprenderem. Isso, claro, envolve gastos com viagens e também, em muitos casos, com refeições e hospedagem.

A ACN já prometeu uma contribuição para o custo da formação básica e contínua desses 72 catequistas.

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