A Igreja peruana necessita, urgentemente, de pastores que trabalhem com entusiasmo e entrega. No Peru, 88% da população é católica, mas faltam sacerdotes e por causa disto, entre outras coisas, só 12% dos católicos vai à Missa ao Domingo e só 30% dos casamentos se celebram na Igreja.

Se houvesse mais sacerdotes, estas percentagens seriam diferentes. Apesar disso, há boas notícias pois, com excepção do México e da Colômbia, também no Peru há cada vez mais vocações. Não há dúvida que o Peru não é um território fértil para a pastoral, por causa dos Andes e da selva. As diferenças entre as regiões são imensas e há, também, um abismo entre ricos e pobres. Há muita gente a quem o Evangelho precisa chegar como, por exemplo, os trabalhadores das minas.

Em Arequipa, a segunda maior cidade do país, estudam 51 futuros sacerdotes de quatro dioceses peruanas, que vêm recebendo uma boa formação e querem trabalhar na vinha peruana do Senhor. Muito trabalho os espera, mas também muitas alegrias e uma rica colheita, algo que os jovens seminaristas puderam comprovar nas suas primeiras tarefas pastorais. A AIS apoia, ano após ano, a formação dos futuros sacerdotes de Arequipa.