//Amar como Jesus amou

Amar como Jesus amou

2015-05-29T13:19:13+00:00maio 29th, 2015|Palavra Viva|

“Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e o seu amor se realiza completamente entre nós” (1Jo 4,12)

O Papa Francisco acaba de nos anunciar e convocar para a celebração extraordinária “do ano santo da misericórdia de Deus Pai”. A humanidade e a própria Igreja se encontram feridas em todos os sentidos. Jesus nos desafia para reassumirmos em nós e entre nós o amor misericordioso do Pai: “Sede misericordiosos como vosso Pai do céu é misericordioso” (Lc 6,36).

Nossa mente humana é pequena para compreendermos o alcance da proposta de Jesus. O certo é que na Igreja precisamos reviver a misericórdia do Pai. Em nossas orações devemos pedir o dom do Espírito Santo, pois sem ele não entendemos e, acima de tudo, não vivemos no amor e do amor de Deus.

Mas, de que amor se trata? Trata-se de um amor que busca vivenciar a misericórdia. De nossa parte, trata-se do amar como Jesus amou (e ama). “Eis que vos dou um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros como vos amei” (Jo 15,12).

O amor de misericórdia de Deus por nós é semelhante ao amor de uma mãe que deseja, acolhe, gera e gesta o filho querido em seu ventre e o nutre durante a vida na gratuidade total de doação, particularmentequando esse filho se encontra doente e debilitado. Deus tem e nutre por nós um amor de entranhas e de cuidados extremos como Pai e Mãe que Ele é.

Como é importante e decisivo nos deixar envolver e transformar, permitir a experiência de viver o infinito amor misericordioso de Deus Pai em Jesus na ação do Espírito Santo. E por causa deste amor misericordioso, que envolve cada uma das criaturas, Deus não suporta que nenhum tipo de exclusão, de exploração e de injustiça aconteça na vida de alguém. Desde a concepção no ventre materno à hora da morte natural o amor de Deus sela a cada uma das suas criaturas. Ele nos ama no vigor das forças físicas, no fracasso, na debilidade da velhice, na morte, como no próprio pecado. É o amor da totalidade.

E como cristãos, discípulos e seguidores do Cristo, recebemos também a missão de “sofrer e causar” o amor misericordioso no mundo: “Sede misericordiosos como Eu e o Pai somos misericordiosos” (Lc 6,36). Uma Igreja que não trouxer em si e nos seus membros a visibilidade do amor misericordioso de Deus pouca força terá para falar que Deus é Pai e que em Jesus há um coração apaixonado pela humanidade.

One Comment

  1. EVANDER JUNIO CHAGAS DOS SANTOS 21 de outubro de 2015 at 19:34 - Reply

    O Papa Francisco acaba de nos anunciar e convocar para a celebração extraordinária “do ano santo da misericórdia de Deus Pai”. A humanidade e a própria Igreja se encontram feridas em todos os sentidos. Jesus nos desafia para reassumirmos em nós e entre nós o amor misericordioso do Pai: “Sede misericordiosos como vosso Pai do céu é misericordioso” (Lc 6,36).

    Nossa mente humana é pequena para compreendermos o alcance da proposta de Jesus. O certo é que na Igreja precisamos reviver a misericórdia do Pai. Em nossas orações devemos pedir o dom do Espírito Santo, pois sem ele não entendemos e, acima de tudo, não vivemos no amor e do amor de Deus.

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