//Olhar Juntos para o futuro

Olhar Juntos para o futuro

2012-06-01T19:44:05+00:00junho 1st, 2012|Notícias|

Metropolita Hilarion, responsável pelas relações exteriores da Igreja russo-ortodoxa se reúne com o Presidente Executivo da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.

O Metropolita Hilarion, responsável pelas relações exteriores da Igreja russo-ortodoxa, fez referência — durante uma reunião ocorrida na Festa de Pentecostes com o Presidente Executivo da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), Johannes von Heereman — às tarefas comuns de cristãos ortodoxos e católicos em um mundo marcado pelo materialismo e pelo consumismo.

Não é necessário esperar a unidade das Igrejas para começar a atuar. Embora a “união eucarística não se produza nos próximos anos”, já existe hoje uma “aliança estratégica em campos de interesses comuns”, disse Hilarion durante o encontro em Moscou. Nestes aspectos, segundo Heereman, “pode-se atuar conjuntamente”.

Para Hilarion e Heereman, esses campos incluem a ajuda aos cristãos perseguidos em países árabes e islâmicos, onde a sua situação “piora dramaticamente”; além de referir-se aos valores cristãos comuns nos campos da defesa da vida, no matrimônio e na família, que sofrem devido ao grave influxo do processo da secularização. Por último falaram da área da formação teológica onde há aspectos concretos, como o intercâmbio de estudantes e o aprofundamento na vida espiritual dos cristãos, que ainda podem ser feitos para enriquecer os membros de ambas as Igrejas.

Tanto o Metropolita como o Sr. Heereman concordaram que “é preciso abrir novas vias e esquecer o fardo do passado”. Para isso — segundo Hilarion, considerado como o número dois na hierarquia da Igreja russo-ortodoxa — é necessário promover encontros e atividades conjuntas.

A AIS colabora há bastante tempo com a Igreja russo-ortodoxa, a qual se mostra muito agradecida pela ajuda prestada pela entidade durante as últimas décadas. Agora, segundo Hilarion e Heereman, e tendo em conta os desafios que as duas Igrejas enfrentam, é preciso “olhar juntos para o futuro”.

A Ajuda à Igreja que Sofre também contribui com projetos de caráter pastoral em lugares onde os cristãos são maioria, pois nem sempre a Igreja conta com os recursos materiais necessários para sua missão. Este é o caso do Brasil, o país com mais católicos no mundo, e onde graças ao empenho da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, religiosos, sacerdotes e missionários recebem apoio para seus trabalhos apostólicos. A entidade aprova anualmente cerca de 500 projetos ao longo de todo o Brasil.

One Comment

  1. elizabeth nascimento 3 de junho de 2012 at 22:10 - Reply

    PAZ E BEM…AGRADEÇO A DEUS POR SER UMA ASSOCIADA DA AIS..AMEM

Leave A Comment