Uma pequenina e aparentemente frágil mulher, que abandonou o mundo e uma vida confortável para iniciar a sua Obra sem um centavo; viveu uma vida de extrema pobreza e que, no fim da vida, teve o mundo a seus pés, impressionado.

O que foi que a moveu? O que foi que impressionou tanto o mundo? Foi algo muito simples e – como ela mesmo dizia – algo muito difícil de se praticar: o amor, um grande amor a Deus e a todos, sobretudo aos que mais sofrem.

São muitas as iniciativas preparadas para assinalar o centenário do nascimento da Beata de Calcutá, no dia 26 de Agosto. Uma ocasião para relembrar a vida e a obra desta santa missionária, beatificada por João Paulo II em 2003.

Uma profunda amizade uniu Madre Teresa e o Padre Werenfried, fundador da ACN. Conheceram-se na Índia, em 1959, numa visita ao lar dos moribundos onde ela e as outras irmãs tratavam caridosamente dos mais pobres dos pobres, nas últimas horas da sua vida. O Padre Werenfried andou com ela de maca em maca e abençoou 127 agonizantes.

O encontro com a Madre Teresa impressionou profundamente o Padre Werenfried, de modo que, ao regressar, ele a tornou conhecida na Europa, assim como às suas irmãs, e as apoiou empenhadamente.