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Boletim Abril 2009

2012-08-17T18:07:50+00:00abril 1st, 2009|Boletim|

Hereges, santos, pecadores, cristãos mornos, místicos… encontramos de tudo na história da Igreja e na história das religiões. Mas sempre existiu a relação com Deus ou com muitos deuses. Jamais houve uma cultura puramente ateia. Agora as coisas são diferentes. Por exemplo, na República Tcheca existem regiões inteiras marcadas pelo ateísmo. Para a vida concreta do homem, será que é indiferente crer ou não crer? Será que o ateísmo tem consequências práticas, palpáveis?

Este é apenas o editorial do Boletim de Abril de 2009.
Você pode baixar o boletim na íntegra ao final deste texto (anexo).

 

Sociólogos tchecos estudaram o fenômeno. Eles constatam que o ateísmo faz desbotar a qualidade e a beleza da existência humana e faz até mesmo reflexos humanos primordiais chegarem a atrofiar. Eles descrevem mulheres que já não reagem mais ao estímulo vital de um bebê. A falta de religião deixa a pessoa fria, insensível. Todos nós ficamos marcados pela ternura que uma mulher nos deu ou negou no início da nossa vida. Às mulheres cabe uma tarefa decisiva para que cada pessoa na terra possa viver humanamente e ao mesmo tempo intuir algo do amor e da vida após a morte. Por isso a mulher assume uma função primordial também na evangelização.

A mãe de família é a primeira catequista. As religiosas são a “arma secreta” de Deus para fazer a fé crescer e produzir frutos. A Ajuda à Igreja que Sofre auxília as consagradas nas mais variadas frentes da Igreja. Nós prosseguimos aquilo que o Padre Werenfried quis e fez. Por exemplo, 50 anos atrás ele descobriu e ajudou uma religiosa da Albânia que personificou a dor da Índia: a Madre Teresa de Calcutá. Nosso fundador escreveu: “Fui visitá-la na chamada Casa dos Mortos” (veja foto no alto). Ele viu como ela trazia alívio para aqueles que morriam como animais e que “talvez pela primeira vez experimentavam o que é o amor desinteressado”. Outras mulheres se engajam hoje heroicamente de corpo e alma. Elas são a contemplativa Maria de Betânia e sua laboriosa irmã Marta.

Recentemente viajou para o Iraque uma religiosa europeia de origem iraquiana. Na sua bagagem, o diploma universitário que conquistou com a ajuda de uma bolsa de estudos da Ajuda à Igreja que Sofre. Ela foi livremente para essa turbulenta região do mundo, deixando para trás a segurança e o bem estar.

São milhares as religiosas que nos pedem ajuda. Deveríamos apoiá-las ainda muito mais. Elas não podem esperar o fim da crise econômica para receber todas as Bíblias, catecismos, alimentos e remédios de que precisam. Nesta preparação da Quaresma, vamos apoiá-las com toda a nossa generosidade!

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