Segunda, 10 Julho 2017 14:07

Seis meses de uma tensa paz em Alepo

As tropas aliadas do presidente Bashar Al Assad, finalmente, assumiram o controle da cidade de Alepo, no final de dezembro de 2016. Isso ocorreu apenas seis meses depois de ter cessado o bombardeio da grande cidade no norte da Síria, a maior do país. Era um polo industrial que tinha mais de 2 milhões de habitantes. "Já não há bombas caindo e temos segurança nas ruas", disse D. Antoine Audo, bispo católico caldeu de Alepo e presidente da Cáritas Síria para a delegação da ACN - Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre - que está visitando os projetos na cidade. "Mas a situação não vai mudar muito, infelizmente. A guerra vai continuar, a Síria parece estar dividida como aconteceu com o Iraque".

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Quinta, 27 Julho 2017 17:21

32 novos projetos para a Síria

A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – aprovou no decorrer dos meses de abril a junho deste ano um total de 32 projetos na Síria, em apoio àqueles que mais sofrem com a guerra de seis anos.

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Terça, 06 Dezembro 2016 08:28

Novos pais numa cidade em guerra

Jimmy e Rose, um casal que recentemente teve o pequeno Paul, seu primeiro filho. Criá-lo será um grande desafio. Na verdade, toda nova família passa pelas mesmas experiências com um recém-nascido. Suas vidas têm sempre muitas mudanças por conta das novas condições de vida. Pelas necessidades do bebê a mãe (e o pai também) acorda várias vezes à noite para trocar as fraldas, dar leite ou, se necessário, remédio.

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O conflito em Alepo nos últimos dias tem sido especialmente bem violento. Tanto a leste como a oeste, de quarteirão em quarteirão, de rua em rua, intenso bombardeio combinado com tiros de armas de fogo tem marcado o fluxo e refluxo da guerra entre os rebeldes e as forças governamentais. O controle de Alepo, a segunda maior cidade da Síria, é decisivo para a resolução do conflito que custou mais de 400.000 vidas e consome o país por quase 6 anos.

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Quarta, 07 Dezembro 2016 09:39

Do Inferno ao Vale dos Cristãos

Era uma família normal, com cinco filhos, trabalho, rotinas. Hoje, quando recordam o que aconteceu, em Raqqa, (cidade transformada na “capital” dos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico na Síria), não conseguem disfarçar a dor, a inquietação. Até o medo. Hoje estão em segurança, no chamado Vale dos Cristãos, a 45 quilômetros de Homs, um espaço em que centenas de famílias se refugiaram depois de terem fugido da mais inacreditável violência, da mais que provável morte. Ainda hoje, quando falam da sua história, pedem para não revelarmos os seus nomes.

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Com desenhos e mensagens recolhidas de aproximadamente 1,2 milhão de crianças – cristãs e muçulmanas – em escolas de Homs, Alepo e Damasco (na Síria), os representantes das três principais igrejas do país levaram um apelo de paz à ONU e à União Europeia (UE).

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Terça, 27 Setembro 2016 15:20

Síria: "Nós nunca estamos seguros"

Padre Andrzej Halemba, chefe do departamento dos projetos no Oriente Médio da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), acaba de voltar da Síria. Numa entrevista à ACN, ele fala sobre a atual situação do país, ainda em guerra.

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Quarta, 07 Dezembro 2016 17:07

A trajetória de uma familia síria

A família de Hani Anton, de 48 anos de idade, possui 5 membros: ele, sua esposa Mary de 42 anos e 3 filhos. O mais velho é o Georgio com 20 anos; a filha do meio é a Joelle, que aos 17 anos está completando seus estudos após interrupção de um ano pelo início da crise; e o caçula é o Johnny de 13 anos, que também ficou fora da escola por um ano por questão médica (passou por três operações por mal formação congênita e obstrução dos ureteres e intentino) e agora termina a escola secundária.

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Sexta, 10 Março 2017 12:11

Síria: uma quaresma de lágrimas

Marcando o início da Quaresma de 2017 com uma carta pastoral compartilhada à ACN – Ajuda à Igreja que Sofre, o líder da Igreja Maronita em Damasco, o Arcebispo Samir Nassar, descreveu a situação na Síria em termos de um “apocalipse... um grande deserto de ruínas, edifícios pulverizados, casas queimadas, bairros transformados em cidades fantasmas, aldeias arrasadas no chão".

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Sexta, 05 Maio 2017 16:59

Liberdade crucificada!

Como eu - feito refém por um grupo de jihadistas, preso por quase cinco meses, frequentemente ameaçado de decapitação, e depois de testemunhar o sequestro e prisão de 250 dos meus paroquianos - como eu podia responder à minha liberação? Havia algum espaço para o amor nesta experiência?

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