A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está trabalhando contra o tempo, juntamente com o Comitê de Reconstrução de Nínive (NRC) para reparar e reconstruir o maior número possível de casas, para que as famílias católicas siríacas possam retornar a tempo para o início do ano letivo. Pelo menos 600 famílias já retornaram para Qaraqosh, Iraque. Padre Georges Jahola, responsável pela equipe católica siríaca do NRC, prevê com confiança: "Em 10 anos, a cidade estará repovoada como e antes do EI” (referindo-se à ocupação do grupo autodenominado Estado Islâmico).

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Sexta, 19 Maio 2017 14:31

Início da reconstrução em Nínive

Em três aldeias da Planície de Nínive, com auxílio da ACN – Ajuda à Igreja que Sofre, foram iniciados os trabalhos de reconstrução das primeiras 100 das cerca de 13 mil casas destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) no Iraque. Na no dio 8 de maio, pelas igrejas das três aldeias cristãs de Bartella, Karamless e Qaraqosh, as oliveiras foram entregues aos proprietários das casas para plantá-las nos seus terrenos. Esse gesto também significou uma mensagem para essas famílias: reponham suas raízes onde vocês nasceram, vivam e tragam frutos de paz e reconciliação.

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Sexta, 18 Novembro 2016 14:50

“Nós mataremos todos vocês”

Várias fotos enviadas pelo Padre Stephan Rasche – contato de projeto da Arquidiocese Católica Caldeia de Erbil, auxiliado pela ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) – documentam a presença de extremistas europeus entre os combatentes do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). As fotografias, tiradas em Batnaya, pequena cidade da Planície de Nínive, a 15km de Mossul, mostram um grafite escrito em alemão. Segundo o Pe. Steven, sacerdote que atuava na região em agosto de 2014, 850 famílias cristãs viviam ali quando a região foi dominada pelos terroristas.

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Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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Quarta, 17 Agosto 2016 08:35

A força do povo iraquiano

Declarações do Padre Andrzej Halemba, coordenador dos projetos da ACN no Oriente Médio, sobre a situação dos cristãos no Iraque dois anos após a sua fuga do grupo Estado Islâmico.

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Dom Emil Shimoun Nona era o arcebispo católico caldeu de Mossul (Iraque) quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiu a cidade em 2014, forçando os cristãos a fugirem. O arcebispo encontrou abrigo junto com seu rebanho em Telkef e em outras aldeias cristãs na Planície de Nínive. Este refúgio foi de curta duração: durante a noite de 6 de agosto, com um aviso de apenas 30 minutos de antecedência, as tropas do exército curdo recuaram, deixando mais de 120 mil cristãos no caminho de avanço do EI. A noite do êxodo, a fuga para Erbil e para qualquer outro lugar se tornou o "Gólgota" do século XXI para dezenas de milhares de cristãos.

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Segunda, 27 Março 2017 14:29

12 mil casas danificadas pelo EI

Mais de 12 mil casas em 12 aldeias cristãs na Planície de Nínive acabaram sendo danificadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI); 669 foram totalmente destruídas. Este é o resultado de pesquisa realizada pela ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre. Segundo a pesquisa, os custos necessários para a reconstrução somam mais de 200 milhões de dólares.

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Quinta, 08 Junho 2017 11:02

A vida dos deslocados internos do Iraque

Dom Bashar Matti Warda, Arcebispo Caldeu de Erbil, Iraque, falou à ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – sobre a situação atual das famílias cristãs em Erbil, expulsas de Mossul e da Planície de Nínive em 2014 pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). Esses cristãos dependem de ajuda enquanto esperam para retornar para suas aldeias de origem nos próximos meses.

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Agora que Mossul foi liberada, poderão os cristãos retornar em breve para as suas casas? Segundo Dom Petros Mouche, arcebispo católico siríaco da segunda maior cidade do Iraque, ainda é muito cedo para isso, mas ele enfatizou a importância de aprender com os acontecimentos passados e da restruturação da paz.

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Segunda, 12 Dezembro 2016 14:53

Iraque: “Nós ainda temos medo”

Durante visita à sede da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), o arcebispo católico sírio de Mossul, Yohanna Petros Mouche, declarou que os cristãos ainda temem retornar aos seus locais de origem, apesar da liberação da planície de Nínive. Ele disse que “não está claro” quem garantirá a segurança nas aldeias já liberadas e falou que se sente “traído” pelo governo.

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