Quinta, 26 Janeiro 2017 12:34

Luta pela sobrevivência no Sudão do Sul

Sudão do Sul, localizado no coração da África, é uma das nações mais jovens do mundo. Ganhou sua independência do Sudão em julho de 2011. Dois anos mais tarde, estourou uma guerra civil, entre o dominante Exército de Libertação Popular do Sudão (Sudan People's Liberation Army -SPLA) e a oposição. O conflito tornou-se desde então uma guerra tribal brutal. O "Acordo sobre a Resolução do Conflito na República do Sul do Sudão", assinado por ambas as facções em agosto de 2015 trouxe paz temporária. O conflito ressurgiu em meados de 2016 e persiste até hoje. Enquanto isso, os cidadãos comuns do Sudão do Sul sofrem com a fome e são capturados no conflito. A ONU calcula que há 1,7 milhões de deslocados internos no país, 75% destes estão lutando para sobreviver nos três estados mais atingidos pelo conflito: Unity, Upper Nile e Jonglei.

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Como se não bastasse ser um dos países mais pobres e subdesenvolvidos do mundo, a República Democrática do Congo foi lançada ainda mais na indigência e caos, com a continuação da violência e do conflito armado no país. A falta de segurança e a instabilidade política deixaram as pessoas mais pobres do que nunca.

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As pessoas em Maroua-Mokolo estão com medo. Não foram poucas as vezes que as dioceses localizadas na fronteira com a Nigéria foram vítimas de ataques do Boko Haram. Enquanto o bispo Bruno Ateba Edo celebrava a missa embaixo de uma árvore, os fiéis frequentemente apertavam as mãos numa forma de corrente humana. Antes da missa, voluntários revistavam os participantes do culto procurando por armas e explosivos. É proibido carregar grandes bolsas de mão.

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Terça, 11 Outubro 2016 14:42

Zâmbia: um teto para a casa de Deus

Dois anos atrás, os fiéis da paróquia Nossa Senhora da Consolação, em Lwawu na Zâmbia, foram surpreendidos quando uma chuva torrencial destruiu completamente o teto da igreja. Na ocasião ninguém se feriu. A comunidade, que fica próxima da fronteira com a Angola, não tinha recursos próprios para refazer o teto. Seria um grande desafio ainda sem uma solução. Essa é uma região subdesenvolvida e muito negligenciada. Todo o povo ama a Igreja e a paróquia é o coração da comunidade, mas o custo para restituir o telhado estava fora de questão.

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Dom Juan José Aguirre, missionário espanhol e bispo de Bangassou, República Centro-Africana, em declarações feitas à ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – na Espanha, denunciou o aumento da violência na sua cidade contra a população muçulmana por parte do “Anti-balaka”, grupo guerrilheiro armado de maioria animista e clara tendência anti-muçulmana.

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Sexta, 03 Março 2017 16:45

Campanha Quaresma 2017 – África

A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está voltando os olhos na sua campanha de Quaresma para a África. Toda a Igreja Católica aposta nesse continente que abarca mais de 1 bilhão de habitantes – 215 milhões de católicos.

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Segunda, 24 Outubro 2016 17:32

A presença arriscada da Igreja na Somália

“Mesmo se tiver que ser no silêncio, ainda assim é melhor do que não estar”, é o que afirma Dom Giorgio Bertin, administrador apostólico de Mogadishu e bispo de Djibouti, se referindo à presença da Igreja Católica nessa parte da África, onde ele tem vivido e estado à serviço da Igreja por já há quase 40 anos.

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Quinta, 09 Fevereiro 2017 12:29

A ACN na África

“É noite na África. E, no meio desta noite, eu viajo de Roma a Kinshasa. A viagem leva 6 horas”. O comentário está datado em abril de 1965 e registrado no livro “Onde Deus Chora” (Where God Weeps). Seu autor é padre Werenfried van Straaten, fundador da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre). As linhas que abrem essa reportagem percorrem os momentos prévios da sua chegada na capital da República Democrática do Congo. Aquela primeira presença no continente se limitou a nove dias durante os quais, além de Kinshasa, conheceu Kivu, Isiro e Kisangani. Durante seu regresso, descreveu os passos dados naquele itinerário como “as estações da Via Sacra”. Depois daquele primeiro trajeto, ocorreram mais cinco viagens, de setembro de 1968 até os finais da década de 80, nas quais o também chamado de Padre Toucinho conheceu as misérias do continente e a pobreza da Igreja. Mas também já visualizava o trabalho que a Igreja deveria realizar na África e o apoio que a ACN poderia oferecer naquele caminho.

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Quando Antoinette disse ao seu namorado que ela estava grávida, ele simplesmente bateu a porta na sua cara. De repente eles já não tinham mais nenhum contato. O tio de Antoinette, em cuja casa ela estava morando, simplesmente a expulsou de lá quando soube da sua gravidez. A garota de 16 anos se encontrava completamente sozinha. Mesmo tendo todos ingredientes para um final trágico, a história acabou bem. Um vizinho lhe informou sobre um centro para mulheres grávidas e mães solteiras, administrado pela Igreja Católica em Dedougou. Ali Antoinette ficou edeu à luz a sua bebê numa atmosfera de apoio e amor.

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Um colaborador da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) retornou recentemente do país conhecido como “a Coreia do Norte da África”. Assim como na Coreia do Norte, os cristãos da Eritreia são presos e, em muitos casos, torturados na cadeia por causa de sua fé. Muitos cristãos são encarcerados sem julgamento ou sem acusação formal. São presos sob o pretexto de porem em risco a segurança nacional. Mais de 3 mil eritreus estão detidos por razões religiosas. Destes, mais de 70% são cristãos.

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