Magda Kaczmarek, chefe do departamento de projetos da ACN – Ajuda à Igreja que Sofre – que atende à Macedônia, visitou o país do sudeste da Europa em junho de 2017. Na entrevista a seguir, ela descreve as primeiras impressões que conseguiu obter na única diocese católica do país e no exarcado (diocese) greco-católico.

A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está trabalhando contra o tempo, juntamente com o Comitê de Reconstrução de Nínive (NRC) para reparar e reconstruir o maior número possível de casas, para que as famílias católicas siríacas possam retornar a tempo para o início do ano letivo. Pelo menos 600 famílias já retornaram para Qaraqosh, Iraque. Padre Georges Jahola, responsável pela equipe católica siríaca do NRC, prevê com confiança: "Em 10 anos, a cidade estará repovoada como e antes do EI” (referindo-se à ocupação do grupo autodenominado Estado Islâmico).

Segunda, 14 Agosto 2017 15:09

Iraque: "Nossa vida e nossa história estão aqui"

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A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – e o Comitê de Reconstrução de Nínive acabou de reformar as primeiras 17 casas de Bartella (Iraque) uma aldeia cristã da Planície de Nínive. As famílias que voltaram para casa estão dizendo: "Nossa vida e nossa história estão aqui. É aqui que queremos viver".

Quinta, 10 Agosto 2017 17:01

A Igreja em Zâmbia

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Tony Zender, chefe de um dos departamentos de projetos para a África da ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, viajou à Zâmbia para fazer um balanço da ajuda concedida pela Fundação nos últimos anos e determinar as necessidades futuras da igreja local. Em entrevista realizada por Maria Lozano, ele contou um pouco da experiência.

Dom Emil Shimoun Nona era o arcebispo católico caldeu de Mossul (Iraque) quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiu a cidade em 2014, forçando os cristãos a fugirem. O arcebispo encontrou abrigo junto com seu rebanho em Telkef e em outras aldeias cristãs na Planície de Nínive. Este refúgio foi de curta duração: durante a noite de 6 de agosto, com um aviso de apenas 30 minutos de antecedência, as tropas do exército curdo recuaram, deixando mais de 120 mil cristãos no caminho de avanço do EI. A noite do êxodo, a fuga para Erbil e para qualquer outro lugar se tornou o "Gólgota" do século XXI para dezenas de milhares de cristãos.

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