Sexta, 06 Janeiro 2017 16:36

O Natal de Alepo

A ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) entrevista o Padre Ziad Hilal em Alepo, Síria. Por Maria Lozano.

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Sexta, 10 Março 2017 12:11

Síria: uma quaresma de lágrimas

Marcando o início da Quaresma de 2017 com uma carta pastoral compartilhada à ACN – Ajuda à Igreja que Sofre, o líder da Igreja Maronita em Damasco, o Arcebispo Samir Nassar, descreveu a situação na Síria em termos de um “apocalipse... um grande deserto de ruínas, edifícios pulverizados, casas queimadas, bairros transformados em cidades fantasmas, aldeias arrasadas no chão".

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Junto à Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), o vice-presidente do parlamento europeu Antonio Tajani e o enviado especial para liberdade e religião da UE (União Europeia) Jan Fidel, organizarão no próximo dia 6 de dezembro, uma videoconferência entre os políticos do parlamento europeu e crianças de Alepo, Síria.

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Quinta, 09 Março 2017 13:56

Projeto 'Gota de leite'

Após a liberação do leste de Alepo, há um início de paz na cidade e as pessoas já estão voltando para casa. A destruição e o impacto da infraestrutura é enorme e as necessidades imensas: falta alimento, combustível para aquecer as casas... A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, que tem auxiliado os cristãos na Síria desde o início da guerra, recebeu um pedido de projeto urgente em Alepo: as crianças precisam de leite.

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Quarta, 22 Março 2017 11:02

Alepo está esperando por você

"Alepo está esperando por você" é o título dado ao chamado que estamos lançando ao nosso povo que saiu do país por causa dessa guerra que espalhou o terror e a miséria na Síria. É com base nesse título que estamos trabalhando nos últimos meses no projeto «Retorna» e, com os aparentes sinais de pacificação, esperamos que também nos próximos.

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Terça, 07 Março 2017 12:37

"Nenhuma casa saiu imune da guerra"

Em conversa com a ACN – Ajuda à Igreja que Sofre, realizada no marco da Conferência Regional de 2017, a Irmã Annie Demerjian, da ordem das Irmãs de Jesus e Maria, conta que a crise na Síria continua apesar do cessar-fogo: “Na Síria, nenhuma casa saiu imune à guerra”. Continua: “Em Alepo há uma grande carência de eletricidade, não é raro só haver luz durante uma ou duas horas por dia e, às vezes, nem mesmo isso, de modo que recorremos a velas. Combustível é um problema porque o governo não é capaz de distribuí-lo”. E prosseguiu: “Em Alepo também passamos por falta d’água, moramos em uma cidade sem água e, às vezes, ficamos por um dia e meio sem água”.

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O conflito em Alepo nos últimos dias tem sido especialmente bem violento. Tanto a leste como a oeste, de quarteirão em quarteirão, de rua em rua, intenso bombardeio combinado com tiros de armas de fogo tem marcado o fluxo e refluxo da guerra entre os rebeldes e as forças governamentais. O controle de Alepo, a segunda maior cidade da Síria, é decisivo para a resolução do conflito que custou mais de 400.000 vidas e consome o país por quase 6 anos.

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Sexta, 05 Maio 2017 16:59

Liberdade crucificada!

Como eu - feito refém por um grupo de jihadistas, preso por quase cinco meses, frequentemente ameaçado de decapitação, e depois de testemunhar o sequestro e prisão de 250 dos meus paroquianos - como eu podia responder à minha liberação? Havia algum espaço para o amor nesta experiência?

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Com desenhos e mensagens recolhidas de aproximadamente 1,2 milhão de crianças – cristãs e muçulmanas – em escolas de Homs, Alepo e Damasco (na Síria), os representantes das três principais igrejas do país levaram um apelo de paz à ONU e à União Europeia (UE).

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Quarta, 07 Dezembro 2016 09:39

Do Inferno ao Vale dos Cristãos

Era uma família normal, com cinco filhos, trabalho, rotinas. Hoje, quando recordam o que aconteceu, em Raqqa, (cidade transformada na “capital” dos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico na Síria), não conseguem disfarçar a dor, a inquietação. Até o medo. Hoje estão em segurança, no chamado Vale dos Cristãos, a 45 quilômetros de Homs, um espaço em que centenas de famílias se refugiaram depois de terem fugido da mais inacreditável violência, da mais que provável morte. Ainda hoje, quando falam da sua história, pedem para não revelarmos os seus nomes.

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