Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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Quarta, 11 Janeiro 2017 15:17

Testemunho de vidas sob poder do EI

Há dois meses, Ismail fugiu de Mossul, Iraque, com sua mãe Jandark Behnam Mansour Nassi, depois de viver sob o terror do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) por dois anos. Ismail e Jandark hoje vivem em Erbil, na “Região Autônoma Curda Iraquiana” (Iraqi Kurdish Autonomous Region). Eles nos contaram sua história e voltaram ao tempo que passaram sob o domínio do EI.

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Ouvimos falar deles nas notícias, em reportagens sobre barcos que afundaram no Mar Mediterrâneo. Eles vieram de um país onde não havia guerra, e ainda é considerado um dos piores países para nascer e viver. Muitos se arriscam na tentativa de abandonar o país. E também para muitos, ele são apenas números – um grande número de anônimos – que não despertam grandes emoções.

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A Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) aprovou mais uma série projetos para os próximos meses que dão continuidade ao auxílio às famílias mais carentes nas diversas cidades da Síria. Um foco especial desta ajuda é Alepo, que está atualmente na linha de frente da batalha entre exército do governo e grupos rebeldes, que ainda controlam o fornecimento de água e eletricidade da cidade. Ao mesmo tempo a ACN prometeu renovar o apoio às famílias dos refugiados internos da Síria, em cidades como Damasco e Tartus.

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Na segunda maior cidade do Iraque, Mossul, localizada no Norte do país, os sinos de Natal voltaram a tocar pela primeira vez em quatro anos. Durante os anos anteriores, esse som familiar já não era ouvido. Agora, pela primeira vez depois da guerra, os cristãos conseguiram celebrar uma Santa Missa no Natal na Igreja de Mar Boulus (São Paulo) no subúrbio de Mossul, de Al-Mundshen. Os cristãos, entretanto, já às vésperas das celebrações estavam com dificuldades para limpar a igreja. Foi então que um grupo de muçulmanos tomou a iniciativa de ajudá-los. Como sinal de reconciliação reergueram a Cruz da igreja, convidando todos os cristãos para celebrarem o Natal em Mossul.

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Dom Juan José Aguirre, bispo de Bangassou, denunciou há duas semanas o ataque do grupo islâmico a uma missão em Gambo, na sua diocese, localizada na região sudeste da República Centro Africana. Se estima que houve 40 mortos, a maioria degolada pelas mãos dos jihadistas. O bispo falou para a ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – sobre a situação atual e as calamidades que voltam a afligir a região no coração do continente africano.

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Quarta, 22 Março 2017 11:02

Alepo está esperando por você

"Alepo está esperando por você" é o título dado ao chamado que estamos lançando ao nosso povo que saiu do país por causa dessa guerra que espalhou o terror e a miséria na Síria. É com base nesse título que estamos trabalhando nos últimos meses no projeto «Retorna» e, com os aparentes sinais de pacificação, esperamos que também nos próximos.

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Helda Khalid Jacob Hindi, dez anos de idade, estudante do quinto ano, sabe bem o que fala. Ela é apaixonada pela vida. Helda e sua família - mãe, pai e um irmão mais novo - voltaram recentemente para Qaraqosh na Planície de Nínive, Iraque, depois de passar três anos abrigada no Curdistão. Ela se lembra claramente da noite de 6 de agosto de 2014, quando as forças do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiu sua cidade e as famílias cristãs tiveram que fugir.

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Infelizmente, a República Centro Africana nunca conheceu a paz. Nos 57 anos desde que ganhou a independência, este país - um dos mais pobres do mundo - sofreu um golpe militar depois do outro. É difícil hoje saber quais são todos os diferentes grupos armados do país. Os seus nomes podem diferir, mas os crimes que cometem são os mesmos em todos os lugares - saques, incêndios, violações, sequestros e assassinatos.

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Quinta, 26 Janeiro 2017 12:34

Luta pela sobrevivência no Sudão do Sul

Sudão do Sul, localizado no coração da África, é uma das nações mais jovens do mundo. Ganhou sua independência do Sudão em julho de 2011. Dois anos mais tarde, estourou uma guerra civil, entre o dominante Exército de Libertação Popular do Sudão (Sudan People's Liberation Army -SPLA) e a oposição. O conflito tornou-se desde então uma guerra tribal brutal. O "Acordo sobre a Resolução do Conflito na República do Sul do Sudão", assinado por ambas as facções em agosto de 2015 trouxe paz temporária. O conflito ressurgiu em meados de 2016 e persiste até hoje. Enquanto isso, os cidadãos comuns do Sudão do Sul sofrem com a fome e são capturados no conflito. A ONU calcula que há 1,7 milhões de deslocados internos no país, 75% destes estão lutando para sobreviver nos três estados mais atingidos pelo conflito: Unity, Upper Nile e Jonglei.

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