Os cristãos de Erbil provavelmente não conseguirão retornar aos seus povoados na planície de Nínive até o verão de 2017 (do hemisfério norte). Embora as operações militares tenham protegido amplamente a área, atiradores de tocaia e minas terrestres ainda permanecem ali. Desse modo, até que Mossul não seja definitivamente liberada, não é seguro o bastante para que os cristãos retornem. Outra condição fundamental para as famílias é a reconstrução dos povoados, sobretudo no rigoroso inverno, como sinalizou o Arcebispo de Erbil, Dom Bashar Warda.

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Segunda, 27 Março 2017 14:29

12 mil casas danificadas pelo EI

Mais de 12 mil casas em 12 aldeias cristãs na Planície de Nínive acabaram sendo danificadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI); 669 foram totalmente destruídas. Este é o resultado de pesquisa realizada pela ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre. Segundo a pesquisa, os custos necessários para a reconstrução somam mais de 200 milhões de dólares.

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Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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O bispo católico sírio, o bispo católico caldeu e dois bispos ortodoxos sírios assinaram um acordo em Erbil, no Curdistão iraquiano, para ajudar os cristãos a reconstruírem suas casas, destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) em 2014.

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Sexta, 18 Novembro 2016 14:50

“Nós mataremos todos vocês”

Várias fotos enviadas pelo Padre Stephan Rasche – contato de projeto da Arquidiocese Católica Caldeia de Erbil, auxiliado pela ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) – documentam a presença de extremistas europeus entre os combatentes do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). As fotografias, tiradas em Batnaya, pequena cidade da Planície de Nínive, a 15km de Mossul, mostram um grafite escrito em alemão. Segundo o Pe. Steven, sacerdote que atuava na região em agosto de 2014, 850 famílias cristãs viviam ali quando a região foi dominada pelos terroristas.

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Sexta, 19 Maio 2017 14:31

Início da reconstrução em Nínive

Em três aldeias da Planície de Nínive, com auxílio da ACN – Ajuda à Igreja que Sofre, foram iniciados os trabalhos de reconstrução das primeiras 100 das cerca de 13 mil casas destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) no Iraque. Na no dio 8 de maio, pelas igrejas das três aldeias cristãs de Bartella, Karamless e Qaraqosh, as oliveiras foram entregues aos proprietários das casas para plantá-las nos seus terrenos. Esse gesto também significou uma mensagem para essas famílias: reponham suas raízes onde vocês nasceram, vivam e tragam frutos de paz e reconciliação.

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Quarta, 11 Janeiro 2017 15:17

Testemunho de vidas sob poder do EI

Há dois meses, Ismail fugiu de Mossul, Iraque, com sua mãe Jandark Behnam Mansour Nassi, depois de viver sob o terror do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) por dois anos. Ismail e Jandark hoje vivem em Erbil, na “Região Autônoma Curda Iraquiana” (Iraqi Kurdish Autonomous Region). Eles nos contaram sua história e voltaram ao tempo que passaram sob o domínio do EI.

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Nesta quarta-feira, 19 de outubro, após dois anos da invasão da planície de Nínive, no Iraque, tomada pelo grupo Estado Islâmico (EI), o presidente executivo da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), Johannes Heeremann, informou a libertação da cidade de Qaraqosh, realizada pelas forças armadas locais na região. “Qaraqosh está livre. E aparentemente parte das comunidades vizinhas de Bartella e Karamlesh também foram libertadas”, disse Heeremann, após receber um comunicado emitido pela organização CAPNI (Christian Aid Program Nohadra - Iraq), que informava que os combatentes do EI deixaram o local sem qualquer resistência.

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A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – e o Comitê de Reconstrução de Nínive acabou de reformar as primeiras 17 casas de Bartella (Iraque) uma aldeia cristã da Planície de Nínive. As famílias que voltaram para casa estão dizendo: "Nossa vida e nossa história estão aqui. É aqui que queremos viver".

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Dom Emil Shimoun Nona era o arcebispo católico caldeu de Mossul (Iraque) quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiu a cidade em 2014, forçando os cristãos a fugirem. O arcebispo encontrou abrigo junto com seu rebanho em Telkef e em outras aldeias cristãs na Planície de Nínive. Este refúgio foi de curta duração: durante a noite de 6 de agosto, com um aviso de apenas 30 minutos de antecedência, as tropas do exército curdo recuaram, deixando mais de 120 mil cristãos no caminho de avanço do EI. A noite do êxodo, a fuga para Erbil e para qualquer outro lugar se tornou o "Gólgota" do século XXI para dezenas de milhares de cristãos.

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