Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está trabalhando contra o tempo, juntamente com o Comitê de Reconstrução de Nínive (NRC) para reparar e reconstruir o maior número possível de casas, para que as famílias católicas siríacas possam retornar a tempo para o início do ano letivo. Pelo menos 600 famílias já retornaram para Qaraqosh, Iraque. Padre Georges Jahola, responsável pela equipe católica siríaca do NRC, prevê com confiança: "Em 10 anos, a cidade estará repovoada como e antes do EI” (referindo-se à ocupação do grupo autodenominado Estado Islâmico).

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Quarta, 14 Junho 2017 13:10

Padres construtores de Nínive

às vezes acontece de padres terem que improvisar outros papéis, como o de pais, conselheiros, professores... e, às vezes, instrutores técnicos. No Iraque, onde o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) danificou, ou mesmo destruiu, quase 13 mil casas de famílias cristãs na Planície de Nínive, os padres precisaram assumir o papel de engenheiros ou de mestres de obras, a fim de contribuírem com o possível retorno dos fiéis para suas cidades e aldeias de origem. Padre Georges Jahola, da Igreja Católica Síria, e Padre Salar Boudagh da Igreja Católica Caldeia são os responsáveis pelas atividades de reconstrução em algumas aldeias cristãs da Planície de Nínive.

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Segunda, 27 Março 2017 14:29

12 mil casas danificadas pelo EI

Mais de 12 mil casas em 12 aldeias cristãs na Planície de Nínive acabaram sendo danificadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI); 669 foram totalmente destruídas. Este é o resultado de pesquisa realizada pela ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre. Segundo a pesquisa, os custos necessários para a reconstrução somam mais de 200 milhões de dólares.

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Dentro de apenas um mês, se espera que até 15 mil cristãos iraquianos deslocados retornem à cidade nas antigas planícies de Nínive, Iraque, que sofreram a pior violência perpetrada pelo grupo autointitulado Estado Islâmico (EI).

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Na segunda-feira de manhã (08 de maio), a Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) consagrou três locais de construção nas aldeias de Bartella, Karemlash e Baghdeda, em Qaraqosh, para a reconstrução das primeiras 105 casas pertencentes a famílias cristãs internamente deslocadas. Os proprietários das casas receberam cada um uma pequena oliveira para que estas possam crescer em seus jardins como um símbolo de paz e reconciliação.

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Segunda, 12 Dezembro 2016 14:53

Iraque: “Nós ainda temos medo”

Durante visita à sede da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), o arcebispo católico sírio de Mossul, Yohanna Petros Mouche, declarou que os cristãos ainda temem retornar aos seus locais de origem, apesar da liberação da planície de Nínive. Ele disse que “não está claro” quem garantirá a segurança nas aldeias já liberadas e falou que se sente “traído” pelo governo.

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Segunda, 02 Janeiro 2017 17:29

Iraque: Natal com esperança

Este ano, os refugiados cristãos na parte norte do Iraque estão animados duplamente para celebrar o nascimento de Cristo. Isto porque a grande maioria das vilas das planícies de Nínive, que foram ocupadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) desde o verão de 2014, foram liberadas agora. Na época, 120 mil pessoas fugiram da ameaça jihadista que avançava, deixando apressadamente suas casas. "Quando recebemos a notícia de que o EI estava recuando, espontaneamente uma festa estourou nos campos de refugiados. As pessoas saíram às ruas para dançar e cantar, como se não tivessem outros problemas em suas vidas ", disse o padre Luis Montes, vigário episcopal do bispo latino do Curdistão. Ele vive no Iraque desde 2010.

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Cardeal Piacenza, presidente da ACN – Ajuda à Igreja que Sofre internacional, se solidariza com os cristãos da Planície de Nínive que finalmente puderam nesse ano celebrar a Páscoa. Uma carta (abaixo), enviada por ele à todos os bispos da região, foi lida nas missas do Domingo da Ressurreição (16/04/2017)

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Dom Emil Shimoun Nona era o arcebispo católico caldeu de Mossul (Iraque) quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiu a cidade em 2014, forçando os cristãos a fugirem. O arcebispo encontrou abrigo junto com seu rebanho em Telkef e em outras aldeias cristãs na Planície de Nínive. Este refúgio foi de curta duração: durante a noite de 6 de agosto, com um aviso de apenas 30 minutos de antecedência, as tropas do exército curdo recuaram, deixando mais de 120 mil cristãos no caminho de avanço do EI. A noite do êxodo, a fuga para Erbil e para qualquer outro lugar se tornou o "Gólgota" do século XXI para dezenas de milhares de cristãos.

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