O bispo católico sírio, o bispo católico caldeu e dois bispos ortodoxos sírios assinaram um acordo em Erbil, no Curdistão iraquiano, para ajudar os cristãos a reconstruírem suas casas, destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) em 2014.

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Na Planície de Nínive, no Iraque, existem 363 igrejas e outras propriedades eclesiais que foram danificadas ou destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) e agora precisam ser reconstruídas. As irmãs dominicanas Luma Khuder e Nazek Matty não escondem a ansiedade: "Esperamos poder retornar para Teleskuf o mais rápido possível. As famílias precisam de nós". Padre Andrzej Halemba, presidente do Comitê de Reconstrução de Nínive e responsável pelos projetos da ACN para o Oriente Médio, confirmou que "450 famílias já voltaram para Teleskuf" e espera que muitas outras possam fazer como eles.

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Segunda, 27 Março 2017 14:29

12 mil casas danificadas pelo EI

Mais de 12 mil casas em 12 aldeias cristãs na Planície de Nínive acabaram sendo danificadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI); 669 foram totalmente destruídas. Este é o resultado de pesquisa realizada pela ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre. Segundo a pesquisa, os custos necessários para a reconstrução somam mais de 200 milhões de dólares.

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Cristina, a menina cristã iraquiana de três anos sequestrada em Qaraqosh quando a região foi tomada pelos terroristas, foi recentemente libertada e devolvida à família, quase três anos depois.

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Na segunda-feira de manhã (08 de maio), a Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) consagrou três locais de construção nas aldeias de Bartella, Karemlash e Baghdeda, em Qaraqosh, para a reconstrução das primeiras 105 casas pertencentes a famílias cristãs internamente deslocadas. Os proprietários das casas receberam cada um uma pequena oliveira para que estas possam crescer em seus jardins como um símbolo de paz e reconciliação.

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Uma Lamborguini Huracan foi presenteada ao Papa Francisco. O carro será leiloado e o valor doado para três instituições de caridade, entre elas a ACN, especificadamente para o projeto "Retorno às Raízes”: um projeto ousado, de reconstrução da Planície de Nínive, no Iraque, que possibilitará a volta das famílias cristãs para suas aldeias de origem após a devastação causada pelo grupo autodenominado Estado Islâmico.

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Dentro de apenas um mês, se espera que até 15 mil cristãos iraquianos deslocados retornem à cidade nas antigas planícies de Nínive, Iraque, que sofreram a pior violência perpetrada pelo grupo autointitulado Estado Islâmico (EI).

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A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está trabalhando contra o tempo, juntamente com o Comitê de Reconstrução de Nínive (NRC) para reparar e reconstruir o maior número possível de casas, para que as famílias católicas siríacas possam retornar a tempo para o início do ano letivo. Pelo menos 600 famílias já retornaram para Qaraqosh, Iraque. Padre Georges Jahola, responsável pela equipe católica siríaca do NRC, prevê com confiança: "Em 10 anos, a cidade estará repovoada como e antes do EI” (referindo-se à ocupação do grupo autodenominado Estado Islâmico).

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Quinta, 08 Junho 2017 11:02

A vida dos deslocados internos do Iraque

Dom Bashar Matti Warda, Arcebispo Caldeu de Erbil, Iraque, falou à ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – sobre a situação atual das famílias cristãs em Erbil, expulsas de Mossul e da Planície de Nínive em 2014 pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). Esses cristãos dependem de ajuda enquanto esperam para retornar para suas aldeias de origem nos próximos meses.

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Quarta, 18 Janeiro 2017 09:15

Igreja era campo de tiro

"Eu não entendo como as pessoas podem prejudicar tanto umas às outras", lamenta o guarda de segurança Louis Petrus. Hoje, Louis volta para sua cidade natal pela primeira vez: a cidade cristã de Qaraqosh, perto de Mossul, de onde ele teve que fugir em 6 de agosto de 2014, quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou a cidade. "Olhe para a minha casa: ela está quebrada, a maior parte das coisas foram roubadas e os movéis todos danificados. Outros moradores de Qaraqosh tinham me avisado sobre o que eu iria encontrar na cidade. Eu tinha ouvido histórias e visto fotos da destruição causada pelos jihadistas. Agora que estou aqui, vendo a cidade com meus próprios olhos, não sei o que sentir. Os terroristas do EI destruíram meus bens, mas eu ainda estou em situação melhor considerando os meus vizinhos: muitas casas foram queimadas ou completamente destruídas. Eu fui abençoado".

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