Quarta, 11 Janeiro 2017 15:17

Testemunho de vidas sob poder do EI

Há dois meses, Ismail fugiu de Mossul, Iraque, com sua mãe Jandark Behnam Mansour Nassi, depois de viver sob o terror do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) por dois anos. Ismail e Jandark hoje vivem em Erbil, na “Região Autônoma Curda Iraquiana” (Iraqi Kurdish Autonomous Region). Eles nos contaram sua história e voltaram ao tempo que passaram sob o domínio do EI.

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Sexta, 18 Novembro 2016 14:50

“Nós mataremos todos vocês”

Várias fotos enviadas pelo Padre Stephan Rasche – contato de projeto da Arquidiocese Católica Caldeia de Erbil, auxiliado pela ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) – documentam a presença de extremistas europeus entre os combatentes do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). As fotografias, tiradas em Batnaya, pequena cidade da Planície de Nínive, a 15km de Mossul, mostram um grafite escrito em alemão. Segundo o Pe. Steven, sacerdote que atuava na região em agosto de 2014, 850 famílias cristãs viviam ali quando a região foi dominada pelos terroristas.

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Dois atentados terroristas no Domingo de Ramos provocaram ao menos quarenta e quatro mortos e mais de uma centena de feridos entre a comunidade cristã copta do Egito.

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Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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Na Planície de Nínive, no Iraque, existem 363 igrejas e outras propriedades eclesiais que foram danificadas ou destruídas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) e agora precisam ser reconstruídas. As irmãs dominicanas Luma Khuder e Nazek Matty não escondem a ansiedade: "Esperamos poder retornar para Teleskuf o mais rápido possível. As famílias precisam de nós". Padre Andrzej Halemba, presidente do Comitê de Reconstrução de Nínive e responsável pelos projetos da ACN para o Oriente Médio, confirmou que "450 famílias já voltaram para Teleskuf" e espera que muitas outras possam fazer como eles.

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Os cristãos de Erbil provavelmente não conseguirão retornar aos seus povoados na planície de Nínive até o verão de 2017 (do hemisfério norte). Embora as operações militares tenham protegido amplamente a área, atiradores de tocaia e minas terrestres ainda permanecem ali. Desse modo, até que Mossul não seja definitivamente liberada, não é seguro o bastante para que os cristãos retornem. Outra condição fundamental para as famílias é a reconstrução dos povoados, sobretudo no rigoroso inverno, como sinalizou o Arcebispo de Erbil, Dom Bashar Warda.

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Cristina, a menina cristã iraquiana de três anos sequestrada em Qaraqosh quando a região foi tomada pelos terroristas, foi recentemente libertada e devolvida à família, quase três anos depois.

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Segunda, 10 Julho 2017 14:07

Seis meses de uma tensa paz em Alepo

As tropas aliadas do presidente Bashar Al Assad, finalmente, assumiram o controle da cidade de Alepo, no final de dezembro de 2016. Isso ocorreu apenas seis meses depois de ter cessado o bombardeio da grande cidade no norte da Síria, a maior do país. Era um polo industrial que tinha mais de 2 milhões de habitantes. "Já não há bombas caindo e temos segurança nas ruas", disse D. Antoine Audo, bispo católico caldeu de Alepo e presidente da Cáritas Síria para a delegação da ACN - Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre - que está visitando os projetos na cidade. "Mas a situação não vai mudar muito, infelizmente. A guerra vai continuar, a Síria parece estar dividida como aconteceu com o Iraque".

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Terça, 27 Setembro 2016 15:20

Síria: "Nós nunca estamos seguros"

Padre Andrzej Halemba, chefe do departamento dos projetos no Oriente Médio da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), acaba de voltar da Síria. Numa entrevista à ACN, ele fala sobre a atual situação do país, ainda em guerra.

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Quarta, 18 Janeiro 2017 09:15

Igreja era campo de tiro

"Eu não entendo como as pessoas podem prejudicar tanto umas às outras", lamenta o guarda de segurança Louis Petrus. Hoje, Louis volta para sua cidade natal pela primeira vez: a cidade cristã de Qaraqosh, perto de Mossul, de onde ele teve que fugir em 6 de agosto de 2014, quando o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou a cidade. "Olhe para a minha casa: ela está quebrada, a maior parte das coisas foram roubadas e os movéis todos danificados. Outros moradores de Qaraqosh tinham me avisado sobre o que eu iria encontrar na cidade. Eu tinha ouvido histórias e visto fotos da destruição causada pelos jihadistas. Agora que estou aqui, vendo a cidade com meus próprios olhos, não sei o que sentir. Os terroristas do EI destruíram meus bens, mas eu ainda estou em situação melhor considerando os meus vizinhos: muitas casas foram queimadas ou completamente destruídas. Eu fui abençoado".

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