A ACN - Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre - apresentou um livro em Roma para comemorar a vida do padre Ragheed Ganni, 10 anos depois de seu assassinato. Dez anos após a morte do padre Ragheed Ganni, sacerdote iraquiano assassinado em Mosul em 3 de junho de 2007, a ACN apresentou um livro sobre sua vida, escrito por outro sacerdote e seu amigo, o padre católico Rebwar Audish Basa. O lançamento do livro em sua homenagem ocorreu nos escritórios da seção italiana da ACN em Roma (Piazza San Calisto 16) no dia 1º de junho.

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Terça, 27 Setembro 2016 15:20

Síria: "Nós nunca estamos seguros"

Padre Andrzej Halemba, chefe do departamento dos projetos no Oriente Médio da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), acaba de voltar da Síria. Numa entrevista à ACN, ele fala sobre a atual situação do país, ainda em guerra.

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Segunda, 12 Dezembro 2016 14:53

Iraque: “Nós ainda temos medo”

Durante visita à sede da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), o arcebispo católico sírio de Mossul, Yohanna Petros Mouche, declarou que os cristãos ainda temem retornar aos seus locais de origem, apesar da liberação da planície de Nínive. Ele disse que “não está claro” quem garantirá a segurança nas aldeias já liberadas e falou que se sente “traído” pelo governo.

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Os cristãos de Erbil provavelmente não conseguirão retornar aos seus povoados na planície de Nínive até o verão de 2017 (do hemisfério norte). Embora as operações militares tenham protegido amplamente a área, atiradores de tocaia e minas terrestres ainda permanecem ali. Desse modo, até que Mossul não seja definitivamente liberada, não é seguro o bastante para que os cristãos retornem. Outra condição fundamental para as famílias é a reconstrução dos povoados, sobretudo no rigoroso inverno, como sinalizou o Arcebispo de Erbil, Dom Bashar Warda.

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Quarta, 07 Dezembro 2016 09:39

Do Inferno ao Vale dos Cristãos

Era uma família normal, com cinco filhos, trabalho, rotinas. Hoje, quando recordam o que aconteceu, em Raqqa, (cidade transformada na “capital” dos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico na Síria), não conseguem disfarçar a dor, a inquietação. Até o medo. Hoje estão em segurança, no chamado Vale dos Cristãos, a 45 quilômetros de Homs, um espaço em que centenas de famílias se refugiaram depois de terem fugido da mais inacreditável violência, da mais que provável morte. Ainda hoje, quando falam da sua história, pedem para não revelarmos os seus nomes.

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Cristina, a menina cristã iraquiana de três anos sequestrada em Qaraqosh quando a região foi tomada pelos terroristas, foi recentemente libertada e devolvida à família, quase três anos depois.

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Quarta, 07 Dezembro 2016 17:07

A trajetória de uma familia síria

A família de Hani Anton, de 48 anos de idade, possui 5 membros: ele, sua esposa Mary de 42 anos e 3 filhos. O mais velho é o Georgio com 20 anos; a filha do meio é a Joelle, que aos 17 anos está completando seus estudos após interrupção de um ano pelo início da crise; e o caçula é o Johnny de 13 anos, que também ficou fora da escola por um ano por questão médica (passou por três operações por mal formação congênita e obstrução dos ureteres e intentino) e agora termina a escola secundária.

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Na noite do dia 6 de agosto de 2014, o grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) ocupou as regiões históricas da Planície de Nínive, no Iraque, e expulsou seus habitantes – os cristãos – dali, ocasionando uma grande fuga para a região do Curdistão. Muitos foram pegos durante a fuga, alguns conseguiram fugir mais tarde, mas foram centenas que acabaram presos na região dominada pelo EI e, desde então, nada mais se sabe deles. Khouder Ezzo, sua esposa Aida Hanna e sua filha Cristina, que na época tinha 3 anos, estão entre os que permaneceram na região ocupada pelo EI.

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Terça, 07 Fevereiro 2017 12:12

Um "Plano Marshall" para Nínive

"A esperança está voltando para a Planície de Nínive", relata o especialista em Oriente Médio de uma instituição de caridade católica após retornar de uma missão de averiguação em aldeias cristãs iraquianas libertadas em novembro do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI). O padre Andrzej Halemba, diretor de projetos do Oriente Médio da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), afirmou que "apesar das muitas questões urgentes que precisam ser esclarecidas, as pessoas estão dispostas a voltar para suas aldeias". Quando perguntado sobre a natureza dessas "questões urgentes", o Pe. Halemba refere-se à apropriação ilegal das casas abandonadas, à investigação do suposto uso de armas químicas na destruição de casas cristãs e, para as famílias cristãs que desejam ir para casa, ao medo da violência por parte dos militantes e fundamentalistas que não desejam que os cristãos retornem.

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Terça, 11 Abril 2017 09:44

Egito: "Rezem pelas famílias afetadas"

O bispo católico copta de Assiut, no Egito, Dom Kyrillos William pediu aos fiéis cristãos em todo o mundo que orem pelas vítimas e pelas famílias das vítimas dos atentados suicidas contra duas igrejas coptas ortodoxas nas cidades de Tanta e Alexandria no Domingo de Ramos, 9 de abril, que custou a vida de pelo menos 44 pessoas e deixou mais 120 feridos. O bispo acrescentou que ele próprio recebeu numerosas mensagens de todo o mundo, após os ataques, prometendo orações e solidariedade por ele e por todos os cristãos do Egito. "A oração é a coisa mais importante que podemos pedir neste momento", disse à Fundação Pontifícia ACN – Ajuda à Igreja que Sofre.

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